Coisas Frágeis, álbum que transforma vulnerabilidade e desejo em força, com participações de CATTO, Navalha Carrera e Clarice Falcão.

Em seu segundo álbum de estúdio, Coisas Frágeis, Viridiana explora a vulnerabilidade como potência e o amor como campo de experimentação. O disco, que mistura pop eletrônico, indie rock e dance punk, mergulha em experiências de paixão, desejo e desilusão. Inspirado por uma separação amorosa, o trabalho reflete tanto as delicadezas quanto as fissuras das relações humanas, combinando fragilidade e intensidade em uma estética sonora pulsante e contemporânea.
A sonoridade nasceu da vivência no palco e da busca por uma comunicação genuína com o público. “Quis fazer um disco intenso de tocar e cantar”, explica Viridiana, que cita referências como LCD Soundsystem, Pet Shop Boys e Marina Lima. O resultado é um álbum mais focado e transparente em relação ao debut Transfusão (2021), revelando uma artista madura, que se permite expor e investigar seus afetos com coragem e autenticidade.
O processo colaborativo foi essencial para o resultado de Coisas Frágeis. A artista compartilhou a criação com André Garbini, Bernard Simon e Ricardo de Carli, além de contar com participações especiais de Clarice Falcão, CATTO e Navalha Carrera. A parte visual, inspirada na figura mitológica de Psique, reforça a dualidade entre delicadeza e força que permeia todo o trabalho — uma travessia emocional que transforma dor em beleza.
Coisas Frágeis está disponível em todas as plataformas de música digital. Para saber mais sobre o trabalho e acompanhar as novidades de Viridiana, siga a artista no Instagram e TikTok.
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