Cotidiano, do fotógrafo Glass: A beleza se encontra no tedio

Cotidiano – Liminal Spaces, de Glass, é a série de fotos onde o comum se mistura ao vazio para encontrar profundidade

A série de fotografias Cotidiano – Liminal Spaces, do fotógrafo Glass utiliza a linguagem da estética Liminal Spaces para registrar seu cotidiano, onde o comum se mistura ao vazio e ao tédio em lugares outrora movimentados, agora congelados no tempo.

Glass (Gustavo Alves) é fotografo há 10 anos, paraense, atualmente residente em Curitiba. Influenciado pela estética Neo Noir, Cyber-Punk e Liminal Spaces, sempre mostrando a cidade em horários ou momentos de pouco movimento, sombria, com a intenção de gerar desconforto e reflexão.

Segundo o artista “Quando digo: ‘a beleza se encontra no tédio’ é sobre duas coisas: a primeira é quando passamos por esses lugares e muitas vezes, por estar vazios, escuros, ou por conta de estar tarde da noite não observamos sua beleza. E é sobre ir e vir do trabalho. (…) antes era tedioso, ate que usei esse espaço e tempo pra fotografar”.

O trabalho foi realizado como finalização do Curso de Fotografia do Museu Alfredo Andersen, ministrado pelo professor Christian Schönhofen em 2025.

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