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SUMMARY:6ª Mostra MOVE reúne grupos de teatro do Paraná
DESCRIPTION:A 6ª Mostra MOVE reúne grupos de teatro do Paraná\, de junho a agosto\, com espetáculos infantis e adultos\, oficinas gratuitas e ingressos populares. \nEntre junho e agosto de 2026\, a 6ª Mostra MOVE – Grupos de Teatro do Paraná promove um encontro entre artistas\, companhias e público em uma programação que valoriza a produção teatral contemporânea do estado. Ao longo de três meses\, grupos de Londrina\, Jacarezinho\, Maringá\, Curitiba e Arapongas apresentam espetáculos que abordam temas como memória\, ancestralidade\, imaginação\, relações humanas\, resistência e transformação social. \nA programação contempla diferentes linguagens cênicas\, incluindo teatro de animação\, contação de histórias\, cultura popular\, musicalidade e experimentações teatrais. Em junho e início de julho\, as apresentações são voltadas principalmente ao público infantil\, com montagens como Vendas e Trocas: Relíquias e Lorotas\, Procura-se Esperança\, O Auto da Malandragem e Ayô e o Gigante. Já em agosto\, a mostra amplia o repertório com espetáculos para diferentes faixas etárias\, incluindo produções voltadas ao público adulto. \nAlém das apresentações\, a Mostra MOVE também investe em ações de formação e democratização do acesso à cultura. Cada grupo participante realiza uma oficina gratuita compartilhando processos criativos e experiências artísticas. Como parte das ações de acessibilidade\, uma sessão de cada espetáculo contará com interpretação em Libras. Também estão previstas sessões gratuitas destinadas a estudantes\, professores da rede pública e participantes de centros de convivência da capital. \nA programação acontece entre os dias 10 de junho e 30 de agosto de 2026\, no Espaço Obragem – Criação e Compartilhamento Artístico\, localizado na Alameda Júlia da Costa\, 204\, no bairro São Francisco\, em Curitiba. Os ingressos para as apresentações abertas ao público custam R$ 10\,00 e podem ser adquiridos antecipadamente pela plataforma Pixta. As oficinas são gratuitas e as inscrições podem ser realizadas online. O cronograma completo inclui espetáculos semanais de quarta a domingo\, reunindo grupos de diversas regiões do Paraná em uma mostra dedicada à circulação\, ao intercâmbio artístico e à formação de público. \nConfira a programação completa: \nCronograma de Espetáculos \nJunho e Julho (1ª Etapa)\n● 10 a 14/06 — Coletivo Fresta (Londrina) | Vendas e Trocas: Relíquias e Lorotas (50’) – Infantil\n● 17 a 21/06 — CNX Produções Culturais (Jacarezinho) | Procura-se Esperança (50’) – Infantil\n● 24 a 28/06 — Grupo Pandoron (Maringá) | O Auto da Malandragem (50’) – Infantil\n● 01 a 05/07 — Grupo Batalhão (Curitiba) | Ayô e o Gigante (40’) – Infantil \nAgosto (2ª Etapa)\n● 05 a 09/08 — Grupo Paiol (Arapongas) | Branca Flor (60’) – Adulto (Classificação: 16 anos)\n● 12 a 16/08 — Cia Fantokid’s Teatro de Bonecos (Maringá) | A Moça Bordadeira (40’) – Infantil\n● 19 a 23/08 — Circo Teatro Sem Lona (Maringá) | Porque Dobram os Sinos (35’) – Adulto\n● 26 a 30/08 — Grupo Obragem de Teatro (Curitiba) | Breves Palavras\, Línguas e Outras Vozes (60’) – Adulto \nPrograma de Oficinas Gratuitas \nHistórias que Encantam — Coletivo Fresta (13/06) A oficina Histórias que Encantam: o jogo entre a narrativa e o corpo convida participantes a mergulharem em um universo de imaginação no qual narrativa e expressão corporal se encontram e se potencializam\, explorando como histórias podem ganhar vida por meio do corpo\, da voz e do movimento. A partir do jogo\, do movimento e da escuta\, o corpo torna-se instrumento de criação\, permitindo que cada participante descubra formas próprias de narrar e compartilhar histórias. Assim\, a oficina investiga o encantamento que surge quando imaginação\, presença e criação coletiva se encontram. \nContando histórias\, costurando narrativas — CNX Produções (20/06) Integrando teatro\, música e oralidade\, a proposta nasce de um processo artístico que investiga a criação de narrativas sensíveis como forma de imaginar e construir novos sentidos sobre nossas experiências\, relações e modos de estar no mundo. Acessível a diferentes públicos\, os participantes são convidados a despertar memórias\, compartilhar histórias e refletir sobre temas\, explorando e desenvolvendo a narração cênica por meio do corpo\, da voz e da imaginação. \nIntrodução à Manipulação de Bonecos de Luva — Grupo Pandoron (27/06) A oficina proposta pelo Grupo Pandoron de Teatro tem como objetivo apresentar os conceitos básicos das técnicas de manipulação de bonecos de luva\, por meio de jogos práticos\, exercícios de improvisação e experimentações cênicas. A metodologia parte de um princípio fundamental do teatro de bonecos: o corpo do manipulador como origem do movimento. A partir dessa investigação\, os participantes são convidados a perceber como a mão pode se tornar tão expressiva quanto um boneco convencional. \nPele Cor de Azeitona Escura – Dramaturgia Negra para Infâncias — Grupo Batalhão (04/07) A oficina-vivência é uma pesquisa teórico-prática sobre o teatro negro brasileiro\, abrangendo sua historicidade\, suas poéticas políticas\, suas estéticas\, seus discursos e suas possibilidades dentro do escopo das artes cênicas negras brasileiras voltadas às infâncias. Entre os objetivos da atividade estão investigar\, pela ótica da encruzilhada\, o teatro negro e seus percursos sociohistóricos; promover a compreensão de elementos fundamentais da escrita dramática; estabelecer conexões\, trocas de experiências e diálogos entre pessoas negras advindas de diferentes vivências; e aprofundar questões\, pertinências e urgências sobre as Dramaturgias Negras e os Teatros Negros Brasileiros. \nCorpo-Rio: Corpo\, Memória e Autoficção na Construção do Ator — Grupo Paiol (08/08) A oficina surge da necessidade de ampliar processos formativos em artes cênicas comprometidos com experiências sensíveis\, territoriais e humanas\, compreendendo o corpo não apenas como instrumento técnico\, mas como espaço de memória\, presença\, criação e produção de conhecimento. A atividade promove\nexperiências em que movimento\, palavra\, memória e presença se tornam dispositivos de investigação artística\, permitindo que os participantes construam pequenas cenas\, grafias e narrativas a partir de si mesmos e de suas relações com o território e com o coletivo. \nOficina de Confecção de Bonecos de Espuma — Cia Fantokid’s (15/08) Propõe uma abordagem prática e acessível à arte\, utilizando um material versátil e de fácil manipulação. Ao explorar essa técnica\, os participantes terão a oportunidade de desenvolver habilidades manuais\, estimular a criatividade e a imaginação\, além de entrar em contato com diferentes linguagens artísticas. A oficina\, ministrada por Rô\nFagundes\, profissional com mais de 30 anos de experiência\, também visa fortalecer a autoestima e a confiança dos participantes através do reconhecimento de suas potencialidades e da valorização de suas produções. \nA Análise e a Interpretação do Texto para Encenação Épica — Circo Teatro Sem Lona (22/08) O workshop propõe uma introdução prática e reflexiva aos princípios do Teatro Épico/Dialético desenvolvido por Bertolt Brecht. A atividade busca apresentar ferramentas de leitura\, análise e construção cênica fundamentadas no pensamento brechtiano\, compreendendo o teatro como instrumento de reflexão crítica e transformação social.
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SUMMARY:16ª edição da Bienal de Curitiba
DESCRIPTION:A Bienal de Curitiba reúne mais de 300 artistas de 38 países em exposições e instalações espalhadas pela cidade. \nCom o tema LIMIARES\, a 16ª edição da Bienal Internacional de Curitiba propõe reflexões sobre as transformações do mundo contemporâneo e os limites cada vez mais fluidos entre o humano e o tecnológico\, o natural e o artificial\, o físico e o digital. Consolidada como uma das principais plataformas de arte contemporânea da América Latina\, a mostra reúne artistas\, pesquisadores e curadores de diferentes partes do mundo em uma programação que inclui exposições\, performances\, videoarte\, instalações\, fotografia\, arte sonora e experiências em realidade aumentada. \nO principal núcleo expositivo está instalado no Museu Oscar Niemeyer (MON)\, espaço que mantém uma relação histórica com a Bienal. Entre os destaques desta edição está a exposição “Poéticas da Memória e da Matéria”\, protagonizada pela artista japonesa Chiharu Shiota\, reconhecida internacionalmente por suas instalações imersivas construídas com fios e objetos cotidianos. A artista apresenta obras inéditas criadas especialmente para Curitiba\, incluindo uma instalação de grande escala que utiliza cerca de 300 quilômetros de fios\, considerada a maior obra site-specific da artista já realizada na América do Sul. \nAlém do MON\, a Bienal ocupa diversos espaços culturais de Curitiba. A programação se estende por museus\, centros culturais e áreas urbanas\, incluindo intervenções em terminais de ônibus\, paradas de transporte coletivo e ações em realidade aumentada. A edição também conta com curadores convidados de diferentes países\, fortalecendo o intercâmbio internacional e a diversidade de linguagens artísticas presentes na mostra. \nA 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES abre ao público em 14 de junho de 2026 e segue até 15 de novembro de 2026. O principal núcleo expositivo está no Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes\, 999 – Centro Cívico\, Curitiba)\, com ingressos a R$ 36 (inteira) e R$ 18 (meia-entrada). A programação também acontece em espaços como o Museu Paranaense\, Museu da Imagem e do Som do Paraná\, Museu Alfredo Andersen\, Museu da Fotografia\, Museu da Gravura – Memorial de Curitiba\, Museu de Arte Indígena e Museu Municipal de Arte\, entre outros locais da capital paranaense.
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SUMMARY:Mostra Nise da Silveira\, A Revolução pelo Afeto\, na CAIXA Cultural Curitiba
DESCRIPTION:A mostra Nise da Silveira\, A Revolução pelo Afeto estreia em Curitiba no dia 7 de julho\, com entrada gratuita. \nA CAIXA Cultural Curitiba recebe\, a partir do dia 7 de julho\, a mostra Nise da Silveira\, A Revolução pelo Afeto\, exposição que apresenta a trajetória e o legado da médica responsável por transformar a forma de compreender e tratar pessoas com sofrimentos psíquicos no Brasil. Com mais de 150 obras e documentos\, a exposição reúne aspectos históricos\, científicos e artísticos da pesquisa desenvolvida por Nise da Silveira\, além de trabalhos produzidos por artistas do Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro em diálogo com nomes da arte moderna e contemporânea brasileira\, como Abraham Palatnik\, Lygia Clark\, Alice Brill\, Carlos Vergara\, Leandro Lima e Tiago Sant’Ana. \nEm circulação pelo país desde 2021\, a mostra já passou por diversas cidades e foi visitada por mais de 320 mil pessoas. A exposição propõe uma reflexão sobre a relação entre arte e saúde mental\, destacando a contribuição de Nise da Silveira para a psiquiatria humanizada e para a valorização da expressão artística como instrumento de cuidado. Seu trabalho também deu origem ao Museu de Imagens do Inconsciente\, que reúne mais de 400 mil obras produzidas por pacientes e constitui uma das mais importantes coleções do gênero no mundo. \nAlém da visitação\, a programação inclui atividades formativas gratuitas conduzidas pelo pesquisador Eurípedes Júnior\, que trabalhou diretamente com Nise da Silveira. Entre os destaques estão as oficinas Nise\, uma psiquiatra rebelde (8 de julho)\, Conhecendo o mundo interior (9 de julho) e Ontoecologia: saúde mental e sustentabilidade (10 de julho)\, além da exibição do documentário Emygdio de Barros\, um caminho para o infinito. As inscrições para as atividades são gratuitas\, possuem vagas limitadas e podem ser realizadas pelo site da CAIXA Cultural a partir de 25 de junho. \nA abertura da mostra acontece no dia 7 de julho\, às 19h\, com visita guiada da curadora Isabel Seixas e do pesquisador Eurípedes Júnior. A visitação ocorre de 8 de julho a 11 de outubro\, na CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo\, 280 – Centro)\, com entrada gratuita e classificação livre. O espaço funciona de terça-feira a sábado\, das 10h às 20h\, e aos domingos\, das 10h às 19h\, contando com acessibilidade para pessoas com deficiência. Mais informações e inscrições para as oficinas pelo site oficial CAIXA Cultural Curitiba ou pelo perfil oficial no Instagram da @caixaculturalcuritiba e @mostra_nise.
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LOCATION:Caixa Cultural Curitiba\, R. Conselheiro Laurindo\, 280 - Centro\, CURITIBA\, PR\, 80060-100\, Brazil
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SUMMARY:Poéticas da Memória e da Matéria no MON
DESCRIPTION:Poéticas da Memória e da Matéria reúne seis artistas brasileiros na Torre do MON\, em diálogo com a obra de Chiharu Shiota na Bienal de Curitiba. \nA exposição integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e ocupa os três pavimentos da Torre do Museu Oscar Niemeyer (MON). Com curadoria de Tereza de Arruda\, o percurso apresenta obras de André Azevedo\, Evandro Soares\, Iêda Jardim\, James Kudo\, Luiz Mauro e Marina Camargo\, propondo um diálogo com a instalação de Chiharu Shiota\, exibida no Olho. Em comum\, os artistas utilizam materiais como tecidos\, mapas\, couro\, bordados\, desenhos e objetos cotidianos para refletir sobre memória\, identidade\, ancestralidade e transformação. \nAo longo da visita\, cada pavimento apresenta diferentes abordagens sobre a relação entre matéria e experiência. Luiz Mauro parte de elementos da cultura popular brasileira para construir narrativas autobiográficas\, enquanto Marina Camargo transforma mapas em esculturas e pinturas que evocam deslocamentos e fluxos. André Azevedo aproxima memória analógica e cultura digital por meio de instalações com máquinas de escrever e de costura\, e James Kudo utiliza tecidos\, moldes e linhas para criar pinturas que exploram presença\, ausência e passagem do tempo. No último andar\, Evandro Soares expande o desenho para o espaço com estruturas metálicas e sombras\, enquanto Iêda Jardim encerra o percurso com uma instalação inédita que reúne tecidos\, porcelanas\, bordados e fotografias familiares em uma reflexão sobre continuidade e memória coletiva. \nAlém de estabelecer conexões com a produção de Chiharu Shiota\, Poéticas da Memória e da Matéria reforça a proposta da Bienal de Curitiba de aproximar diferentes linguagens e artistas contemporâneos. O conjunto das obras transforma materiais cotidianos em arquivos de experiências\, convidando o público a refletir sobre pertencimento\, deslocamento e as relações entre memória individual e coletiva. \nA exposição Poéticas da Memória e da Matéria permanece em cartaz até 15 de novembro de 2026\, na Torre do Museu Oscar Niemeyer (MON)\, localizada na Rua Marechal Hermes\, 999\, Centro Cívico\, em Curitiba. Os ingressos custam R$ 36 (inteira) e R$ 18 (meia-entrada)\, com entrada gratuita às quartas-feiras e no último domingo de cada mês.
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SUMMARY:7 Mulheres e um Mistério - O Musical estreia em São Paulo
DESCRIPTION:7 Mulheres e um Mistério – O Musical estreia em 31 de julho no 033 Rooftop do Teatro Santander\, com elenco feminino e trama de suspense. \nInspirado na peça 8 Femmes\, do autor francês Robert Thomas\, o espetáculo chega ao Brasil em formato de comédia musical\, com adaptação e canções originais de Anna Toledo. A direção é assinada por Ricardo Grasson e Heitor Garcia\, com direção musical de Thiago Gimenes. A montagem integra a programação comemorativa de 10 anos do Teatro Santander e marca a primeira adaptação brasileira da obra para o teatro musical. \nA trama acompanha sete mulheres reunidas em uma mansão durante a véspera de Natal\, quando um crime inesperado transforma o encontro em um jogo de suspeitas. Isoladas e sem contato com o exterior\, elas passam a investigar o ocorrido enquanto revelam segredos\, mentiras e conflitos pessoais. O elenco reúne nomes como Alessandra Maestrini\, Bruna Guerin\, Laura Castro\, Letícia Soares\, Malu Rodrigues\, Stella Miranda e Verónica Valentino. Além do suspense e do humor\, a adaptação amplia temas presentes no texto original\, como relações de poder\, papéis de gênero e questões sociais. \nO projeto é uma realização da Nosso Cultural\, com correalização da WB Produções. \nA temporada de 7 Mulheres e um Mistério – O Musical acontece de 31 de julho a 4 de outubro\, no Rooftop do Teatro Santander\, em São Paulo (Av. Pres. Juscelino Kubitschek\, 2041). As sessões ocorrem às sextas\, às 20h; sábados\, às 16h e 20h; e domingos\, às 15h e 19h. Os ingressos estão disponíveis online\, e a classificação indicativa é de 12 anos.
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LOCATION:Rooftop do Teatro Santander\, Av. Pres. Juscelino Kubitschek\, 2041\, São Paulo\, Brazil
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SUMMARY:Arte contemporânea chinesa na Bienal de Curitiba
DESCRIPTION:Arte contemporânea chinesa ganha destaque na 16ª Bienal de Curitiba com mostra no MON que reúne artistas de diferentes gerações. \nA exposição Na Terra: Fluxos do Devir — Memória\, Materiais e Nova Natureza integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e ocupa a Sala 3 do Museu Oscar Niemeyer (MON). Com curadoria de Xiao Ge e Windy Lv\, a mostra reúne importantes nomes da produção artística chinesa contemporânea para refletir sobre ecologia\, memória\, transformação e coexistência. Inserida no conceito curatorial LIMIARES\, a exposição amplia o diálogo entre Brasil e China\, parceria construída pela Bienal desde 2009 e fortalecida ao longo de quase duas décadas de intercâmbio cultural. \nOrganizada em três núcleos\, Raízes: Caos e Origem\, Rizomas: Natureza e Simbiose e Frutos: Civilização e Eco\, a exposição estabelece conexões entre conceitos da filosofia oriental\, como o Dao\, e referências presentes na cultura latino-americana\, como o rio e o rizoma\, utilizando essas imagens para discutir transformação\, convivência e sustentabilidade. O percurso reúne instalações\, esculturas\, fotografias\, vídeos\, obras em novas mídias e materiais tradicionais\, apresentando diferentes perspectivas sobre as relações entre humanidade\, natureza\, urbanização e identidade cultural. \nEntre os destaques estão artistas de reconhecimento internacional como Xu Bing\, conhecido por suas pesquisas sobre linguagem e sistemas culturais; Yin Xiuzhen\, que transforma objetos e materiais descartados em reflexões sobre memória e globalização; e Shen Yuan\, cuja produção aborda migração\, pertencimento e convivência intercultural. A mostra também apresenta obras de Xia Hang\, Tong Kunniao\, Qian Lihuai\, Yang Song\, Chen Fenwan\, Wu Guanzhen\, Chen Zhuo\, Lin Chenxi\, Xue Lei\, Che Jianquan\, A Duo\, Luo Xi\, Lu Hang\, Wu Qian\, Alex Long Yuan\, Geng Le e Kalman Pool\, revelando a diversidade da arte contemporânea chinesa por meio de diferentes linguagens e tecnologias. Para a curadoria\, a exposição reafirma o papel da arte como instrumento de aproximação entre culturas e de construção de novos diálogos em um cenário global marcado por constantes transformações. \nA exposição Na Terra: Fluxos do Devir — Memória\, Materiais e Nova Natureza permanece em cartaz até 15 de novembro de 2026\, na Sala 3 do Museu Oscar Niemeyer (MON)\, localizado na Rua Marechal Hermes\, 999\, Centro Cívico\, em Curitiba (PR). A visitação acontece de terça a domingo\, das 10h às 18h (com acesso até as 17h30). Os ingressos custam R$ 36 (inteira) e R$ 18 (meia-entrada)\, com entrada gratuita às quartas-feiras e no último domingo de cada mês.
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LOCATION:Museu Oscar Niemeyer\, Rua Marechal Hermes\, 899\, Centro Cívico\, Curitiba\, PR\, Brazil
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SUMMARY:Viver de Arte propõe mentoria sobre carreira artística
DESCRIPTION:A eMentoria promove a formação Viver de Arte: Ferramentas para a estabilidade financeira\, ministrada pela artista visual Elisa Riemer. Voltada para artistas de diferentes áreas\, a mentoria apresenta estratégias práticas para estruturar uma carreira artística sustentável\, abordando desde formas de geração de renda até possibilidades de atuação no mercado cultural. As aulas serão realizadas ao vivo em ambiente on-line e são destinadas a maiores de 18 anos\, sem exigência de experiência ou produção artística prévia. \nBaseada na trajetória profissional de Elisa Riemer nas Artes Visuais\, a formação reúne ferramentas que contribuíram para a construção de sua carreira e propõe uma abordagem prática sobre os desafios da profissionalização artística. Segundo a artista\, a mentoria busca oferecer uma visão realista sobre a geração de renda no setor cultural\, apresentando caminhos possíveis para quem deseja viver da própria produção artística de forma autônoma. O conteúdo será dividido em quatro encontros que abordam o cenário atual da profissão\, fontes de financiamento\, oportunidades de mercado\, criação de portfólio\, posicionamento na internet e os desafios da carreira no ambiente digital. \nArtista visual\, colagista e magista\, Elisa Riemer possui trajetória reconhecida nacional e internacionalmente\, com obras apresentadas em instituições dos Estados Unidos\, França e Espanha. Seu trabalho transita entre o digital e o analógico\, destacando-se também pela atuação na cartomancia e pela criação do Nosotras Tarot\, considerado o primeiro tarot feminista do Brasil. Além da produção artística\, Elisa desenvolve projetos ligados ao feminismo e aos direitos LGBTQIAPN+\, tendo criado cartazes para manifestações e produzido obras como Deleitação\, utilizada na edição italiana do livro Come As You Are\, de Emily Nagoski\, e na capa da Vogue Portugal em 2021. \nA mentoria Viver de Arte: Ferramentas para a estabilidade financeira será realizada on-line\, com aulas ao vivo às terças-feiras\, nos dias 4\, 11\, 18 e 25 de agosto de 2026\, sempre às 18h30\, totalizando 12 horas de carga horária. As inscrições estão abertas e funcionam no modelo “pague quanto puder”\, com investimento mínimo de R$ 50\, destinado à cobertura dos custos da formação. A iniciativa é realizada pela eMentoria\, em parceria com a Eutópica Produções e a Riemer Artes & Editorias Mágicas\, com apoio do Portal Maringaense Cultural\, e é voltada a artistas de todas as áreas interessados em ampliar seus conhecimentos sobre gestão de carreira e sustentabilidade financeira. \nInscrições no link https://forms.gle/9iSMtQhBGjrAjtkZ9
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SUMMARY:Exposição Bichos do Paraná no Museu Alfredo Andersen
DESCRIPTION:Bichos do Paraná reúne esculturas de Rodrigo Bertoli inspiradas na fauna paranaense em mostra gratuita em Curitiba. \nA exposição Bichos do Paraná\, do ceramista Rodrigo Bertoli\, entra em cartaz no Museu Casa Alfredo Andersen como parte da programação paralela da 16ª Bienal de Curitiba. A mostra apresenta esculturas em cerâmica inspiradas em animais silvestres do estado\, algumas em tamanho real\, propondo um diálogo entre arte\, observação da natureza e educação ambiental. Com curadoria de Luiz Gustavo Vardânega Vidal Pinto e Ligiane Swab\, a exposição convida o público a conhecer mais de perto a diversidade da fauna paranaense por meio de obras que destacam movimentos\, texturas e características de cada espécie. \nEntre os animais representados estão o bugio-ruivo\, típico da Mata Atlântica\, a sucuri-amarela dos ambientes alagados e cardumes de sardinhas do litoral do Paraná\, além de outras espécies que compõem os diferentes ecossistemas do estado. As esculturas são modeladas manualmente e buscam reproduzir não apenas a aparência dos animais\, mas também seus gestos e comportamentos\, aproximando o visitante do universo da fauna local. O trabalho de Bertoli resulta da união entre sua formação em Zootecnia e sua trajetória nas artes\, retomada durante a pandemia após ingressar na Academia Alfredo Andersen e aprofundar seus estudos em cerâmica com os artistas Juliana Pimenta e Alan Max. \nAlém da visita à exposição\, o Museu Casa Alfredo Andersen oferece um programa de mediação cultural com visitas guiadas voltadas a diferentes públicos\, como estudantes\, turistas\, artistas\, idosos e grupos da primeira infância. Os encontros são adaptados às características de cada grupo e procuram ampliar a experiência dos visitantes\, relacionando as obras com temas ligados à preservação ambiental\, à biodiversidade e ao fazer artístico. As visitas mediadas acontecem de terça a sexta-feira\, mediante agendamento pelo e-mail educativomcaa@gmail.com. \nA exposição Bichos do Paraná inaugurou dia 1º de agosto e permanece em cartaz até setembro de 2026\, na Sala Ana de Oliveira\, do Museu Casa Alfredo Andersen\, localizado na Rua Mateus Leme\, 336\, Centro\, em Curitiba. A visitação acontece de terça a domingo\, das 9h30 às 17h\, com entrada gratuita. As visitas guiadas podem ser agendadas para os períodos das 9h às 11h e das 14h às 16h\, de terça a sexta-feira.
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SUMMARY:6ª Mostra MOVE encerra programação com espetáculos de Arapongas\, Maringá e Curitiba
DESCRIPTION:A 6ª Mostra MOVE entra na etapa final com espetáculos\, oficinas gratuitas e ingressos populares em Curitiba. \nA 6ª Mostra MOVE – Grupos de Teatro do Paraná inicia sua segunda e última etapa ao longo de agosto\, reunindo companhias de Arapongas\, Maringá e Curitiba. A programação apresenta espetáculos voltados aos públicos adulto e infantil\, destacando diferentes linguagens das artes cênicas\, como teatro de animação\, teatro épico e dança-teatro\, além de promover oficinas formativas gratuitas para estudantes\, artistas e interessados. A mostra também realiza apresentações especiais destinadas a estudantes e professores da rede pública e participantes de centros de convivência. \nA programação começa entre os dias 6 e 9 de agosto com Branca Flor\, do Grupo Paiol\, de Arapongas. Inspirada na cultura popular do campo e nas vivências dos povos latino-americanos\, a montagem utiliza música ao vivo\, coro popular\, rádio e elementos ritualísticos para construir uma narrativa sobre pertencimento\, resistência e afeto. \nNos dias 15 e 16 de agosto\, a Cia Fantokid’s Teatro de Bonecos\, de Maringá\, apresenta A Moça Bordadeira\, adaptação do conto de Marina Colasanti que utiliza bonecos e objetos animados para abordar temas como autonomia\, imaginação e o universo feminino. \nNa sequência\, entre 20 e 23 de agosto\, o Circo Teatro Sem Lona\, também de Maringá\, apresenta Porque Dobram os Sinos\, espetáculo inspirado na obra de Bertolt Brecht que combina teatro épico e tecnologia ao utilizar um painel de LED para que um mesmo ator interprete dois personagens simultaneamente. \nEncerrando a mostra\, entre 27 e 30 de agosto\, o Grupo Obragem de Teatro leva ao palco o monólogo Breves Palavras\, Línguas e Outras Vozes\, escrito e dirigido por Olga Nenevê e interpretado por Eduardo Giacomini. A montagem propõe uma reflexão sobre solidão\, vínculos humanos e crise existencial por meio da trajetória do personagem Infelicíssimo. \nA 6ª Mostra MOVE – Grupos de Teatro do Paraná acontece durante o mês de agosto\, no Espaço Obragem – Criação e Compartilhamento Artístico\, localizado na Alameda Júlia da Costa\, 204\, bairro São Francisco\, em Curitiba. As apresentações para o público adulto ocorrem de quinta a sábado\, às 20h\, e aos domingos\, às 19h. O espetáculo infantil A Moça Bordadeira será apresentado nos dias 15 e 16 de agosto\, às 16h. Os ingressos antecipados custam a partir de R$ 10\, enquanto as oficinas formativas são gratuitas\, mediante inscrição prévia. O projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.
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SUMMARY:OFICINACULTURA promove oficinas gratuitas em Curitiba
DESCRIPTION:OFICINACULTURA oferece oficinas culturais gratuitas em Curitiba\, com atividades de dança\, teatro\, música\, circo\, cultura visual e Libras. \nCriado e idealizado pelo produtor cultural Marcio Juliano\, coordenador da Associação Brasileira Oficina de Cultura\, o projeto OFICINACULTURA promove atividades voltadas a crianças\, adolescentes\, jovens e adultos em diferentes regiões de Curitiba\, nas periferias e em sua sede central. A iniciativa é realizada em convênio com a Itaipu Binacional e reúne oficinas em quatro formatos: Itinerantes\, Continuadas\, Imersivas e Para Núcleos. Ao todo\, serão mais de 680 horas de atividades gratuitas entre julho de 2026 e junho de 2027\, com média de 15 participantes por turma. \nAs oficinas Itinerantes acontecem em bairros periféricos\, em espaços administrados pela Secretaria Municipal de Esporte\, Lazer e Juventude (SMELJ) e na ONG Passos da Criança. Já as atividades Continuadas são realizadas na sede central do projeto\, com módulos mensais. As Imersivas são destinadas a residências pontuais\, enquanto o formato Para Núcleos reúne jovens estudantes em um núcleo investigativo voltado à pesquisa e à prática de diferentes linguagens artísticas. Entre as primeiras atividades realizadas estão oficinas de Danças Urbanas\, com Rapha Fernandes\, e Corpos Lona no Ar\, com Marina Prado. \nA sede central do OFICINACULTURA será inaugurada em um casarão histórico no bairro São Francisco e funcionará como espaço de encontro para as diferentes atividades do projeto. A programação inclui oficinas como DJ’s – O Povo que Fala com as Mãos\, com o DJ Abu\, voltada para crianças; Arvorando\, com Priscilla Pontes\, dedicada a práticas afro-orientadas de estudo do corpo e do movimento; e Oficina de Lambe-Lambe\, com o artista visual Rimon Guimarães. O projeto também abriu uma convocatória para jovens a partir de 16 anos interessados em produção cultural e linguagens artísticas. Serão 15 selecionados para uma oficina de três meses\, com nove horas semanais\, certificação e ajuda de custo para passagem e alimentação. O primeiro ciclo será dedicado à pesquisa sobre a graça\, na oficina Engraçar\, coordenada por Marcio Juliano\, com direção artística de Carmen Jorge e colaboração de Nadja Naira\, Mila Jung\, Tuca Fanchin e Luís Rolim. \nA sede do OFICINACULTURA será inaugurada no dia 12 de agosto\, às 19h\, na Rua Mateus Leme\, 200\, esquina com a Rua Carlos Cavalcanti\, no bairro São Francisco\, em Curitiba. A convocatória para jovens a partir de 16 anos recebe inscrições até 17 de agosto. A oficina DJ’s – O Povo que Fala com as Mãos começa em 15 de agosto\, Arvorando tem início no dia 18 de agosto e a Oficina de Lambe-Lambe será realizada a partir de 23 de setembro. A programação completa pode ser acompanhada pelo Instagram @oficina.cultura.
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SUMMARY:Mostra Retrospectiva Ruy Guerra em Curitiba entre os dias 12 e 23 de agosto
DESCRIPTION:Mostra Retrospectiva Ruy Guerra reúne filmes\, documentários e uma master class gratuita na CAIXA Cultural Curitiba. \nA mostra celebra a trajetória de um dos principais nomes do cinema brasileiro entre os dias 12 e 23 de agosto. A programação reúne 17 longas-metragens\, dois documentários dedicados ao cineasta e atividades especiais\, oferecendo ao público a oportunidade de acompanhar quase sete décadas de produção artística de Ruy Guerra\, um dos fundadores do Cinema Novo. \nEntre os destaques da mostra estão desde Os Cafajestes (1962)\, primeiro longa-metragem do diretor\, até A Fúria (2024)\, obra que conclui a chamada Trilogia dos Fuzis\, iniciada com Os Fuzis (1964) e continuada por A Queda (1978). A programação também inclui a exibição de Ternos Caçadores (1969)\, produção francesa restaurada em 4K e apresentada novamente ao público após décadas fora de circulação. \nAlém das sessões\, será lançado um catálogo digital com entrevista inédita concedida pelo cineasta ao curador Aristeu Araújo. No dia 14 de agosto\, Ruy Guerra ministra uma master class dedicada à construção artística e política da Trilogia dos Fuzis\, compartilhando reflexões sobre sua obra e sua trajetória. \nNascido em Moçambique\, formado em cinema em Paris e radicado no Brasil desde o fim da década de 1950\, Guerra construiu uma carreira marcada pelo diálogo entre cinema\, literatura e música\, colaborando com nomes como Gabriel García Márquez\, Chico Buarque\, Edu Lobo e Milton Nascimento. A mostra também evidencia o trabalho de preservação do patrimônio audiovisual brasileiro\, reunindo cópias restauradas e obras de difícil acesso. \nA Mostra Retrospectiva Ruy Guerra acontece de 12 a 23 de agosto de 2026\, na CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo\, 280 – Centro)\, com entrada gratuita e retirada de ingressos na bilheteria 60 minutos antes de cada sessão. A master class com Ruy Guerra será realizada no dia 14 de agosto\, às 19h30\, no mesmo local\, também com entrada gratuita e classificação indicativa de 14 anos.
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LOCATION:Caixa Cultural Curitiba\, R. Conselheiro Laurindo\, 280 - Centro\, CURITIBA\, PR\, 80060-100\, Brazil
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SUMMARY:Exposição Poéticas Paranaenses – Mulheres do MAC no MAB
DESCRIPTION:A exposição Poéticas Paranaenses – Mulheres do MAC no MAB reúne obras de artistas no Museu de Arte de Brasília até 10 de setembro. \nA exposição Poéticas Paranaenses – Mulheres do MAC no MAB apresenta um recorte inédito do acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR)\, reunindo exclusivamente obras produzidas por mulheres ao longo dos 55 anos de trajetória da instituição. Com curadoria de Monica Spezia Justen\, a mostra amplia a circulação e a visibilidade nacional da produção artística preservada pelo museu paranaense. \nEntre os destaques estão trabalhos de Claudia Lara\, Moara Tupinambá\, Regina Silveira e Mazé Mendes. A seleção reúne diferentes períodos\, linguagens e perspectivas da produção artística incorporada ao acervo do MAC-PR\, permitindo observar a presença e a contribuição de artistas mulheres na história da instituição. \nA mostra também estabelece uma relação entre o acervo paranaense e o público de Brasília\, levando para fora do estado parte da produção preservada pelo MAC-PR. Entre as artistas selecionadas está Moara Tupinambá\, que conquistou o terceiro lugar no Prêmio PIPA 2026. \nPoéticas Paranaenses – Mulheres do MAC no MAB permanece em cartaz até 10 de setembro de 2026\, no Museu de Arte de Brasília (MAB)\, em Brasília (DF). A exposição tem curadoria de Monica Spezia Justen. O material de divulgação também prevê a possibilidade de entrevistas com a curadora\, com a diretora do MAC-PR\, Juliane Fuganti\, e com artistas participantes da mostra.
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SUMMARY:Exposição Ciro Fernandes: o menino\, o olho e o pássaro
DESCRIPTION:Aos 84 anos\, o artista Ciro Fernandes retorna aos espaços expositivos de Curitiba\, depois de mais de quatro décadas\, com a exposição Ciro Fernandes: o menino\, o olho e o pássaro. A mostra reúne aproximadamente cem trabalhos impressos e matrizes de xilogravura\, permitindo ao público observar tanto as imagens produzidas pelo artista quanto as superfícies de madeira utilizadas em sua criação. \nCom curadoria de Iriana Vezzani\, a exposição percorre diferentes momentos da trajetória de Ciro\, construída ao longo de mais de seis décadas entre memória\, imaginação\, cultura popular e experimentação visual. Nascido em Uiraúna\, no sertão da Paraíba\, e radicado no Rio de Janeiro\, o artista desenvolveu uma linguagem própria a partir de figuras humanas\, pássaros\, animais e elementos do imaginário popular. Em sua produção\, essas referências aparecem como elementos de criação e não apenas como representação de uma tradição. \nA relação entre matriz e imagem também dialoga com o conceito de LIMIARES\, tema da 16ª Bienal Internacional de Curitiba. O pássaro\, recorrente na obra de Ciro\, estabelece relações entre terra e céu\, enquanto o olho representa a passagem entre aquilo que é visto e aquilo que é imaginado. Na xilogravura\, esse limite também aparece na relação entre madeira e papel\, matriz e reprodução\, gesto físico e imagem. A exposição inclui ainda matrizes que revelam as incisões\, escolhas e marcas deixadas pelo processo de criação. \nA trajetória do artista também ganhou novos caminhos com as redes sociais. Ciro Fernandes reúne mais de 200 mil seguidores no Instagram\, onde vídeos sobre seus processos de criação alcançam milhões de visualizações. A exposição também marca uma aproximação com o patrimônio artístico de Curitiba: em junho\, o artista realizou uma demonstração de xilogravura ao vivo e anunciou a doação de uma de suas obras ao Museu da Gravura Cidade de Curitiba. \nCiro Fernandes: o menino\, o olho e o pássaro está em cartaz no Salão Paranaguá\, no Museu da Gravura Cidade de Curitiba\, localizado no Memorial de Curitiba. A visitação acontece de terça a sexta-feira\, das 9h às 18h\, e aos sábados e domingos\, das 9h às 15h. A entrada é gratuita.
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LOCATION:Memorial de Curitiba\, R. Dr. Claudino dos Santos\, 79 - São Francisco\, CURITIBA\, PR\, Brazil
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SUMMARY:Exposição Me quedé mirando\, de Abraham Votroba
DESCRIPTION:Me quedé mirando\, de Abraham Votroba\, reúne fotografias\, palavras\, sombras e sobreposições em uma investigação sobre memória\, tempo e lembrança. \nCom curadoria de Guilherme Zawa\, a exposição apresenta uma produção em que a fotografia é utilizada para investigar aquilo que a memória conserva\, transforma ou deixa escapar. A partir de uma cartografia íntima\, o fotógrafo argentino Abraham Votroba reúne diferentes elementos e procedimentos para construir imagens relacionadas à experiência pessoal e à passagem do tempo. \nA dupla exposição é um dos recursos centrais da mostra. Dois tempos\, corpos ou feixes de luz ocupam simultaneamente uma mesma imagem\, criando sobreposições que também remetem à maneira como as lembranças são construídas. Nesse processo\, o passado não retorna de forma intacta\, mas se mistura ao presente e é continuamente transformado por ele. Fotografias desbotadas\, palavras suspensas em fios translúcidos e sombras projetadas ampliam as imagens para além do enquadramento fotográfico e fazem com que elas também ocupem o espaço expositivo. \nNascido em Misiones\, na Argentina\, em 1979\, e radicado em Buenos Aires\, Votroba é formado pela Escola Argentina de Fotografia. Sua produção é marcada por questões relacionadas à memória\, ao tempo e à experiência pessoal. O artista já apresentou seus trabalhos em instituições argentinas e internacionais e possui uma relação anterior com Curitiba\, onde expôs no Museu da Fotografia e apresentou o livro El velo del tiempo. \nMe quedé mirando\, de Abraham Votroba\, pode ser visitada no Museu da Fotografia Cidade de Curitiba / Memorial de Curitiba com entrada gratuita. A visitação acontece de terça a sexta-feira\, das 9h às 18h\, e aos sábados e domingos\, das 9h às 15h. O Memorial de Curitiba fica na Rua Dr. Claudino dos Santos\, 79\, no bairro São Francisco\, no Centro Histórico de Curitiba. \nA exposição integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba\, realizada pelo Ministério da Cultura\, Governo Federal – Do lado do povo brasileiro\, MON\, MAC Paraná e Paraná Festival – Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) – Governo do Paraná\, com apoio da Fundação Cultural de Curitiba (FCC) – Prefeitura de Curitiba.
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SUMMARY:Espetáculo BALAS DE GOMA – numa terra que desmorona
DESCRIPTION:O espetáculo BALAS DE GOMA – numa terra que desmorona reúne três trajetórias sobre luto\, solidão e criação artística\, em temporada gratuita em Curitiba. \nCriado a partir de três solos desenvolvidos por Fátima Ortiz\, Pedro Bonacin e ErtaAle\, BALAS DE GOMA – numa terra que desmorona parte de experiências íntimas relacionadas ao luto\, à solidão e à vulnerabilidade de seguir existindo como artista. Sob a direção de Vanessa Corina\, as trajetórias individuais são reunidas em uma única construção cênica\, na qual memórias\, autoficção e imaginação se atravessam. \nEm cena\, o espetáculo aborda a impermanência\, a solidão e a continuidade do fazer teatral por meio de humor\, delicadeza e imagens poéticas. A montagem parte de uma questão relacionada ao ato de criar em um contexto marcado pela exigência de produtividade e por respostas imediatas: como continuar fazendo teatro quando tudo ao redor parece desmoronar? \nA dramaturgia é organizada por Vanessa Corina a partir de textos do elenco. A montagem também marca os 31 anos de encontros e histórias construídas pelo Pé no Palco. A equipe reúne\, além do elenco formado por Fátima Ortiz\, Pedro Bonacin e ErtaAle\, os músicos/atores Noe Carvalho e Leon Adan. O cenário e o figurino são assinados por Gui Almeida\, com assistência de cenografia de Angel Carvajal. A preparação corporal é de Juliana Adur\, a iluminação é de Beto Bruel e Marcio Junior\, e a caracterização e maquiagem são de Gui Almeida e O Santo Corte. \nO espetáculo conta ainda com intérprete de Libras\, audiodescrição e produção e edição de vídeos\, entre outras áreas. A produção é uma parceria entre Pé no Palco\, Sim Companhia de Teatro e Palco Escola. \nBALAS DE GOMA – numa terra que desmorona será apresentado de 20 a 30 de agosto de 2026\, no Miniauditório – Auditório Glauco Flores de Sá Brito\, localizado na Rua Amintas de Barros\, 70\, Centro\, Curitiba. As sessões acontecem às terças\, quartas e quintas-feiras\, às 20h; sextas e sábados\, às 18h e 20h; e domingos\, às 17h e 19h. A classificação etária é de 16 anos\, com duração de 70 minutos. A entrada é gratuita\, com retirada dos ingressos a partir de uma hora antes de cada sessão. As apresentações dos dias 27 a 30 de agosto terão interpretação em Libras\, enquanto a sessão de 28 de agosto\, às 18h\, contará com audiodescrição. O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio\, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba\, com incentivo fiscal do Grupo Servopa.
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SUMMARY:Jam no Soul Hostel agita as quartas em Natal
DESCRIPTION:Jam no Soul Hostel reúne músicos e público todas as quartas-feiras\, a partir das 19h\, com palco aberto e entrada gratuita em Natal. \nRealizada semanalmente em Ponta Negra\, a Jam no Soul Hostel vem se consolidando como um espaço de encontro para músicos\, moradores e visitantes interessados na cena musical independente de Natal (RN). Com formato de palco aberto\, a iniciativa promove apresentações acústicas e convida artistas de diferentes estilos e níveis de experiência a compartilhar o palco\, incentivando a troca entre gerações e a valorização da produção musical local. \nAo longo de suas edições\, o evento já recebeu nomes como Paulo Blue\, Tomé\, Andrew Só e Allan Negão\, além de projetos colaborativos\, como Tio Dylan. Idealizado por imA em parceria com Paulo Blue\, a proposta é que cada encontro tenha uma dinâmica própria: após as primeiras apresentações\, o palco é aberto para que outros presentes possam cantar\, tocar ou improvisar\, criando uma experiência espontânea e colaborativa. \nAlém da programação musical\, o Soul Hostel oferece um ambiente intimista e descontraído\, tornando-se um ponto de encontro para quem deseja conhecer a cena cultural potiguar. A combinação entre apresentações ao vivo\, clima acolhedor e a localização em Ponta Negra faz da jam uma opção para moradores e turistas que buscam vivenciar a música autoral e a produção artística da cidade. \nA Jam no Soul Hostel acontece todas as quartas-feiras\, a partir das 19h\, no Soul Hostel\, em Ponta Negra\, Natal (RN). O evento tem entrada gratuita e classificação livre\, reunindo música ao vivo\, palco aberto e participação espontânea de artistas e do público em um dos espaços dedicados à cultura independente da capital potiguar.
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LOCATION:Soul Hostel\, Av. Engenheiro Roberto Freire\, 4984 - Ponta Negra\,\, Natal\, RN\, Brazil
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SUMMARY:Metrô - Festival do CInema Universitário Brasileiro
DESCRIPTION:O Metrô – Festival do CInema Universitário Brasileiro chega à 9ª edição com mais de 35 filmes gratuitos em Curitiba. \nEntre os dias 2 e 6 de setembro\, o Metrô – Festival do Cinema Universitário Brasileiro realiza sua 9ª edição na Cinemateca de Curitiba. Consolidado como espaço de formação e exibição do audiovisual universitário\, o festival reúne 36 curtas-metragens produzidos por estudantes de diferentes estados do país\, além de debates\, palestras\, oficinas e atividades voltadas ao desenvolvimento de novos realizadores. \nOs filmes estão divididos entre as mostras Competitiva e Panorama. A primeira concorre ao troféu Passagem\, que representa a resistência do cinema independente. A seleção foi realizada por Gabriel Borges\, Iury Peres Malucelli e Vitória Liz. A programação reúne produções do Paraná\, São Paulo\, Rio de Janeiro\, Minas Gerais\, Pernambuco\, Ceará\, Pará\, Distrito Federal\, Goiás\, Alagoas\, Santa Catarina\, Tocantins\, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. \nA abertura do festival será realizada com a exibição do longa-metragem Mate-me Por Favor\, dirigido por Anita Rocha da Silveira. O filme acompanha uma onda de assassinatos na Barra da Tijuca\, no Rio de Janeiro\, e a relação dos jovens moradores do bairro com a violência e a morte. Após a sessão\, a diretora participa de um debate com o público. A programação também inclui a Oficina de Direção com Lina Chamie\, a Oficina de Crítica com Marcelo Miranda e a Oficina para Adolescentes\, ministrada por Evandro Scorsin. O MetrôLAB completa as atividades com consultorias para projetos de curta-metragem previamente selecionados. \nA 9ª edição do Metrô – Festival do Cinema Universitário Brasileiro acontece de 2 a 6 de setembro\, na Cinemateca de Curitiba\, localizada na Rua Presidente Carlos Cavalcanti\, 1174\, São Francisco\, Curitiba. A entrada para as exibições é gratuita. As oficinas e demais atividades formativas tiveram inscrições realizadas previamente. A programação completa pode ser consultada no site oficial do festival e em suas redes sociais.
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LOCATION:Cinemateca de Curitiba\, Rua Presidente Carlos Cavalcanti\, 1174\, São Francisco\, Curitiba\, PR\, Brazil
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SUMMARY:24ª TREK CON: palestras\, cosplay e exposição no Memorial de Curitiba
DESCRIPTION:A 24ª TREK CON reúne fãs de Star Trek neste domingo\, com palestras\, cosplay e exposição no Memorial de Curitiba. \nDepois de sete anos\, a tradicional Convenção Jornada nas Estrelas retorna a Curitiba com a 24ª TREK CON – Star Trek 60. O evento celebra os 60 anos da estreia da série original de Star Trek\, exibida pela primeira vez nos Estados Unidos em 8 de setembro de 1966. A programação é promovida pela Federação dos Planetas Unidos\, com apoio da Fundação Cultural de Curitiba. \nA programação reúne atividades relacionadas à ficção científica e ao universo de Star Trek\, incluindo exposição de colecionáveis\, encontros de fã-clubes nerds e geek\, palestras e concurso de cosplay. Entre os temas abordados estão arquitetura\, sociedade\, cultura\, cinema e quadrinhos\, além de uma atividade sobre o theremin\, instrumento eletrônico associado a sonoridades futuristas. \nA programação de palestras começa às 10h\, com Star Trek e arquitetura: os futuros do passado\, apresentada pelo historiador e arquiteto Irã Dudeque. Na sequência\, Marden Machado fala sobre o presente distópico em contraste com a utopia de Star Trek; Krishna Kohler aborda sociedade e cultura na franquia; e Alessandro Gomes apresenta o pocket talk & lab O som do espaço: o Theremin em Star Trek. Às 15h\, José Aguiar conduz uma jornada pelos quadrinhos de ficção científica. O concurso de cosplay acontece das 16h às 17h30\, organizado pela equipe Wonder Monsters e coordenado por Gélly Unicorn. A programação termina com a palestra Curitiba e o cinema nacional\, de Ruy Marques\, seguida do encerramento. \nA 24ª TREK CON – Star Trek 60 acontece neste domingo\, 6 de setembro de 2026\, das 10h às 19h\, no Memorial de Curitiba\, localizado no Largo da Ordem\, no Centro Histórico. A entrada é aberta ao público. A programação inclui exposição de colecionáveis\, palestras\, atividades de fã-clubes e concurso de cosplay. \nE se você é fã\, ou quer saber mais sobre o universo de Star Trek\, confira mais aqui no NA-NU
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SUMMARY:Insurdir ou Cenas Surdas apresenta espetáculo gratuito em Curitiba
DESCRIPTION:Neste domingo (6)\, Insurdir ou Cenas Surdas apresenta vivências da comunidade surda em espetáculo gratuito no Teatro Regina Vogue\, em Curitiba. \nInsurdir ou Cenas Surdas reúne teatro documental e performativo de dramaturgia surda\, combinando comédia\, drama\, denúncia política\, realismo fantástico e celebração. Com dramaturgia e a direção são assinadas por Gabriela Grigolom e Jonatas Medeiros e uma linguagem híbrida e experimental\, o espetáculo aborda diferentes experiências da comunidade surda a partir da violência\, da resistência e da criação de si. \nA montagem é composta por três esquetes. Em Espaços\, o conflito entre um tradutor de Libras e uma diretora de teatro sobre o local em que ele deve se posicionar ganha contornos cômicos\, enquanto revela violências simbólicas e espaciais naturalizadas. Já Visualínguas apresenta um solo dramático sobre as violências vividas por mulheres negras surdas\, colocadas à margem tanto das pautas femininas quanto do reconhecimento social. Encerrando a apresentação\, Para – além da dor desloca o foco da opressão para a celebração da alegria e da positividade surda\, destacando contribuições históricas\, culturais e artísticas da comunidade. \n  \nA peça Insurdir ou Cenas Surdas será apresentada gratuitamente no dia 6 de setembro (domingo)\, às 19h30\, no Teatro Regina Vogue\, localizado no Shopping Estação (Av. Sete de Setembro\, 2775\, Rebouças)\, em Curitiba. Os ingressos podem ser retirados diretamente na bilheteria do teatro uma hora antes do início da apresentação. A montagem é produzida pela Suricatta Produções Culturais e Fluindo Libras. Mais informações estão disponíveis no site da Fluindo Libras e no Instagram @fluindolibras
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SUMMARY:Exposição Colagem Continuada na 16ª Bienal de Curitiba
DESCRIPTION:Colagem Continuada reúne 19 artistas na 16ª Bienal de Curitiba\, com obras que exploram a colagem como forma de pensamento e criação. \nA exposição integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES e reúne trabalhos de 19 artistas na Sala Adalice Araújo\, espaço da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) que integra as sedes do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC Paraná). Com curadoria de Jhon Voese e Mário de Alencar\, a mostra amplia a ideia de colagem para além de uma técnica\, aproximando imagens\, materiais\, referências\, histórias e diferentes gerações da produção contemporânea. \nOs trabalhos apresentados utilizam procedimentos variados\, com papel\, tecido\, fotografias\, pinturas\, imagens de publicações e outros materiais que são recortados\, deslocados\, sobrepostos e recombinados. Para os curadores\, a própria organização da exposição pode ser compreendida como um processo de colagem\, no qual diferentes obras e trajetórias passam a estabelecer novas relações ao ocupar um mesmo espaço. \nA exposição também parte da presença histórica da colagem na arte moderna e contemporânea\, recuperando procedimentos associados a artistas como Picasso\, Matisse\, Marcel Duchamp e Hannah Höch. A proposta relaciona essas referências a produções brasileiras e ao conceito de LIMIARES\, tema da atual edição da Bienal\, ao aproximar passado e presente\, matéria e imagem\, cotidiano e produção artística. Participam Alexandre Cruz Sesper\, Alysson Mazzochin\, Ana Camargo\, André Bergamin\, Annette Skarbek\, Arnaldo Baptista\, Bia Franzolin\, Bomju Coelho\, Castrenhos (Gabriel Castro)\, Dedé Ribeiro\, Emerson Persona\, Guilherme Lepca\, Joana de Lima\, Juan Pablo Mapeto\, Lucas Fier\, Marilene Ropelato\, Mário de Alencar\, Moira Lacowicz e Yara Osman. \nA exposição Colagem Continuada está em cartaz na Sala Adalice Araújo – Secretaria de Estado da Cultura / MAC Paraná\, na Rua Ébano Pereira\, 240\, Centro\, Curitiba. A visitação ocorre de segunda a sexta-feira\, das 8h às 12h e das 13h30 às 18h\, com entrada gratuita.
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SUMMARY:Exposição VESTIR O OLHAR II reúne arte e moda
DESCRIPTION:VESTIR O OLHAR II reúne oito artistas em exposição que aproxima artes visuais\, moda\, corpo\, matéria e memória no Pátio Batel. \nA exposição VESTIR O OLHAR II integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e propõe um encontro entre artes visuais e moda. Com curadoria de Ana Carolina Ralston\, a mostra reúne trabalhos de Guita Soifer\, Janet Vollebregt\, Jum Nakao\, Labô Young\, Nazareth Pacheco\, Nino Cais\, Nathalie Edenburg e Ronaldo Fraga. \nInstalações\, esculturas\, fotografias\, objetos\, roupas e outras experimentações ocupam o Átrio do Pátio Batel\, em uma abordagem que investiga relações entre corpo\, matéria\, identidade\, memória e adorno. A proposta também questiona os limites entre vestuário e obra de arte\, observando como objetos pensados para o corpo podem assumir outras funções e significados no campo das artes visuais. \nA exposição também presta homenagem à artista curitibana Efigênia Rolim\, conhecida como a “Rainha do Papel de Bala”. Sua produção utiliza papéis de bala\, embalagens e outros materiais descartados na criação de figurinos\, esculturas e objetos\, aproximando roupa\, performance e transformação da matéria. A programação da mostra inclui ainda conversas\, visitas e oficinas. Na abertura\, o talk Quem é e o que faz um Diretor Criativo? reúne Ronaldo Fraga e Rafael Chaouiche\, com mediação de Mariah Salomão Viana. \nVESTIR O OLHAR II abriu em 15 de setembro de 2026 e permanece em cartaz até 18 de outubro\, no Átrio do Pátio Batel\, localizado na Av. do Batel\, 1868\, Batel\, Curitiba.
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SUMMARY:PORTAL: fotografias de encontros que nunca aconteceram
DESCRIPTION:PORTAL: fotografias de encontros que nunca aconteceram reúne imagens de Simone Guimars na 16ª Bienal Internacional de Curitiba. \nA exposição individual PORTAL\, da fotógrafa e artista visual brasileiro-canadense Simone Guimars\, investiga a relação entre fotografia\, imagem e experiência mediada por telas. Em vez de registrar um encontro entre câmera e objeto que compartilham o mesmo espaço\, a artista parte de imagens visualizadas em telas\, transformando esse ambiente no lugar possível da fotografia. \nAs obras utilizam gestos e fragmentos extraídos de imagens em movimento\, com referências como Metrópolis (1927)\, os Jogos Olímpicos de 1936 e 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968). Esses elementos são transformados em novas fotografias\, estabelecendo relações entre imagens produzidas em diferentes momentos e contextos. \nA pesquisa também incorpora características da estética japonesa are-bure-boke\, marcada pelo uso de granulação\, movimento e desfoque. Ruídos\, interferências e distorções passam a integrar a composição\, em uma investigação que dialoga com a presença cada vez maior de celulares\, computadores e televisores na experiência cotidiana. A proposta parte de uma contradição: a fotografia registra algo concreto\, mas o encontro representado nunca aconteceu. \nPORTAL está em cartaz desde 13 de setembro de 2026\, na Galeria Phô\, espaço da APAP/PR\, em Curitiba\, como parte da programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba. A exposição integra o circuito da Bienal e permanece aberta ao público durante o período de visitação da mostra.
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SUMMARY:Exposição NEXUS: conexões entre gerações e linguagens
DESCRIPTION:NEXUS: conexões entre gerações e linguagens reúne artistas da APAP/PR em exposição no Palácio 29 de Março. \nA exposição NEXUS: conexões entre gerações e linguagens integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e reúne artistas associados à Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP/PR). Com curadoria de Marcelo Conrado e Sabine Feres\, a mostra ocupa o novo espaço expositivo do Palácio 29 de Março\, sede da Prefeitura de Curitiba. \nO título da exposição parte do significado de nexus\, palavra associada a conexão\, vínculo e ponto de encontro. A curadoria organiza os trabalhos em quatro núcleos — Matéria\, Corpo\, Paisagem e Abstração — aproximando diferentes gerações e linguagens a partir de afinidades poéticas\, sem estabelecer divisões rígidas entre técnicas e temas. \nEm Matéria\, pedra\, cerâmica\, metal\, vidro e concreto participam da construção das obras. Corpo reúne pesquisas relacionadas à presença\, memória\, subjetividade\, identidade e pertencimento. Paisagem amplia a ideia de território para incluir cidade\, memória e espaços vividos\, enquanto Abstração concentra trabalhos que exploram cor\, linha\, geometria e gesto\, incluindo obras situadas entre figuração e abstração. \nParticipam da exposição Alfi Vivern\, Ana Isis Ribas\, Anibal Andraus\, Ariane Labre\, Aurélio Peluso\, Blanca de la Paz\, Carla Ruschmann\, Carnade\, Cê Figueiredo\, Claudia Anacleto\, Cristina Beltrami\, Débora Ling\, Denise Raasch\, Elizabeth Sekulic\, Enzo Labre\, Ercy Arias Zendim\, Felipe Sekula\, Francisco Borges Laranjal\, Gianna Calderari\, Georgiana Vidal\, Giovana Correia\, Helenio\, Heloisa Vecchio\, Ilka Passos\, Jean Carlo Moro\, Joseli Bezerra\, Juliane Fuganti\, Julio Lof\, Jusbranco\, Katia Velo\, Krisgraf\, Leticia Melara\, Ligia Barros\, Lizete Zem\, Loiri Vecchio\, Lucia Biscaia\, Luiz Eduardo Hirata\, Luiz Gustavo Vidal (Vidal)\, Marcelo Le\, Marcia De Bernardo\, Maria Bado\, Maria Luiza Kozicki\, Marinice Costa\, Marli Thomaz\, Mônica C. Martins\, Moreira\, Noemia Fontanela\, Osmar Carboni\, Regina Oleski\, Rosangela Kusma Gasparin\, Waltraud Sekula e Wilson Isfer. Para os curadores\, a mostra funciona como uma “geopoética de aproximações”\, estabelecendo diferentes formas de relação entre os artistas e o mundo. \nNEXUS: conexões entre gerações e linguagens acontece no Palácio 29 de Março\, sede da Prefeitura de Curitiba\, localizado na Av. Cândido de Abreu\, 817\, Centro Cívico\, Curitiba.
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SUMMARY:HACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros
DESCRIPTION:HACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros leva pintura e memória histórica ao Museu do Expedicionário pela Bienal de Curitiba. \nA exposição HACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros encerra a sequência de novas aberturas da 16ª Bienal Internacional de Curitiba. Com curadoria do Coletivo Seme Ar\, de Ela Soares e Brugnera\, a mostra reúne pinturas que estabelecem uma relação entre arte contemporânea\, história e a memória dos brasileiros que integraram as forças expedicionárias. \nRealizada no Museu do Expedicionário\, a exposição insere essa discussão em um espaço dedicado à preservação da memória relacionada à participação brasileira em conflitos armados. A proposta aproxima a produção artística de um acervo e de um contexto histórico que ajudam a situar a experiência dos expedicionários e sua presença na memória coletiva. \nHACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba\, que segue com exposições e outras ações até 15 de novembro. A mostra permanece em cartaz até essa data\, ampliando o circuito do evento por diferentes espaços da cidade. \nA abertura acontece na sexta-feira\, 18 de setembro de 2026\, às 14h\, no Museu do Expedicionário\, localizado na Rua Comendador Macedo\, 655\, Curitiba.
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SUMMARY:Liturgia dos Escombros: Mostra de butô contemporâneo
DESCRIPTION:Liturgia dos Escombros: Evento promove oficinas e rodas de conversa sobre butō contemporâneo em Curitiba\, entre 18 e 22 de setembro. \nA mostra Liturgia dos Escombros apresenta uma programação de performances\, oficinas e atividades formativas em butō contemporâneo\, linguagem que investiga possibilidades de criação a partir do corpo\, da percepção e do movimento. A iniciativa é realizada por Poço e Pêndulo\, SOMOS e Cia KÀ. \nA programação formativa aborda diferentes perspectivas do butō\, incluindo conceitos como karada\, o corpo vazio\, MA\, o espaço-entre\, butō-fu\, ancestralidade\, percepção\, transformação\, filosofia e processos de criação. As atividades são conduzidas por artistas participantes da mostra e\, de modo geral\, são abertas a pessoas interessadas em experimentar a linguagem\, sem necessidade de experiência prévia. \nA agenda começa com a roda de conversa Apresentação curatorial da mostra e o que é butō?\, com Lucca\, Caio\, Bia\, Ale e Dani\, que propõe uma introdução às diferentes linhagens\, histórias e possibilidades do butō. Em seguida\, Saile Moura conduz a oficina Dança Butō – poéticas do corpo shintai em território brasileiro\, voltada ao treinamento físico e a processos de criação relacionados às narrativas pessoais e às expressividades do corpo. \nNa sequência\, Lucca Lírio ministra as oficinas Karada\, O corpo vazio e MA — O Espaço-Entre\, além da roda de conversa Butō: Origem e História. As atividades abordam\, respectivamente\, o esvaziamento do eu\, o espaço como elemento de criação e as origens e transformações do butō a partir das trajetórias de Tatsumi Hijikata\, Kazuo Ohno e Yoshito Ohno. \nAlém disso\, a Poço e Pêndulo\, SOMOS e Cia KÀ também apresentam nos dias 18 e 19 de setembro Somos Kà-Baret\, uma mostra de cine-butō e performances ao vivo que recupera os primórdios do Butō: seu encontro com o experimental\, o noturno\, o erótico e o marginal. Evocando o universo do Ankoku-Buto (dança das trevas) de Tatsumi Hijikata e suas experimentações audiovisuais\, das primeiras investigações do corpo através da câmera. Lembrando também dos cabarés\, bares e espaços noturnos onde muitos artistas da primeira geração do butō dançavam\, sobreviviam e experimentavam. \nA programação ocorre entre 18 e 22 de setembro no Espaço KÀ de Artes (R. Treze de Maio\, 506\, sala 3\, Centro)\, Espaço de Criação (R. Treze de Maio\, 1001\, São Francisco) e Casa Hoffmann (R. Dr. Claudino dos Santos\, 58\, São Francisco). Mais informações sobre a mostra em https://linktr.ee/somos.tanztheatre
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SUMMARY:NARA E ELIS - A VERDADE NÃO RIMA estreia em Curitiba
DESCRIPTION:NARA E ELIS – A VERDADE NÃO RIMA em curta temporada em Curitiba com releituras de canções ligadas às duas intérpretes\, Nara Leão e Elis Regina. \nO show NARA E ELIS – A VERDADE NÃO RIMA reúne jovens artistas da cena curitibana para uma leitura contemporânea de canções consagradas nas vozes de Nara Leão e Elis Regina. A proposta se distancia do formato de tributo e não busca reproduzir gestos\, vozes ou personagens das duas intérpretes\, mas apresentar novas interpretações para um repertório que continua relacionado a questões do presente. \nCom direção musical de Igor Loureiro e direção artística de Jussara Batista\, o espetáculo aborda temas como identidade\, amor\, memória\, desigualdade\, resistência\, ancestralidade e esperança. As cantoras Gi Castro e Cecília Carollo interpretam as músicas a partir de suas próprias referências\, enquanto Igor Loureiro (baixo elétrico)\, Murilo Veronezzi (guitarra) e Davi Corrêa (bateria) formam a banda. Os arranjos procuram preservar características das canções e\, ao mesmo tempo\, estabelecer uma relação com a sonoridade contemporânea. \nA dramaturgia de Alice Alegria\, a proposta audiovisual de Laura Arnhold\, a iluminação de Wagner Corrêa e o cenário e figurinos de Paulo Vinícius complementam a montagem. A combinação entre música e elementos cênicos busca ampliar as possibilidades de leitura do repertório e aproximar diferentes gerações de obras associadas à trajetória de Nara Leão e Elis Regina. \nNARA E ELIS – A VERDADE NÃO RIMA estreia em 18 de setembro de 2026\, às 20h\, no Miniguaíra\, em Curitiba. As apresentações seguem até 27 de setembro\, às sextas e sábados\, às 20h\, e aos domingos\, às 19h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) e estão disponíveis pela plataforma de vendas online. 
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SUMMARY:Exposição-processo Entre Sistemas: O Corpo em Fuga no Rio de Janeiro
DESCRIPTION:Entre Sistemas: O Corpo em Fuga investiga sistemas que fazem parte da vida e parte do chão em pinturas\, instalações e ações com o público\, na Funarte\, no Rio. \nA exposição-processo da artista visual\, pesquisadora e educadora Rennas Guimarães apresenta mais de 20 obras e desdobramentos a partir do piso emborrachado industrial. O material\, normalmente associado a espaços de circulação\, passa a ser utilizado em pinturas\, objetos e instalações que investigam relações entre matéria\, gesto\, repetição\, controle e experiência. A mostra também integra a programação da 1ª Semana de Arte do Rio 2026. \nRennas é a primeira artista visual a realizar uma ocupação expositiva aberta ao público na Sala Multiuso do Centro Técnico de Artes (CTA) da Funarte. A pesquisa com o piso emborrachado começou há cerca de 20 anos e\, segundo a artista\, o reencontro com trabalhos produzidos anteriormente contribuiu para a retomada da investigação. Em Entre Sistemas: O Corpo em Fuga\, algumas obras chegaram prontas ao espaço\, enquanto outras foram desenvolvidas ou modificadas durante a própria ocupação. \nEntre os desdobramentos estão Sistema de Jogos e Território. No primeiro\, os participantes recebem o mesmo material e uma condição inicial para realizar escolhas e reorganizar as peças\, criando diferentes composições. Em Território\, o piso ocupa o espaço e estabelece uma relação diferente com o corpo e com a circulação. Como exposição-processo\, a montagem pode apresentar novas configurações ao longo do período de visitação\, incorporando alterações de superfície\, camadas\, cores e marcas produzidas pelo tempo e pela interação. \nEntre Sistemas: O Corpo em Fuga fica em cartaz até 30 de setembro de 2026\, no Centro Técnico de Artes (CTA) da Funarte\, Sala Multiuso\, na Rua do Lavradio\, 54\, Centro\, Rio de Janeiro (RJ). A visitação acontece às segundas e sextas-feiras\, das 10h às 16h\, e de terça a quinta-feira\, das 14h às 16h. A entrada é gratuita e a classificação indicativa é de 14 anos.
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SUMMARY:Cine Navio: Mostra de filmes nordestinos para crianças e adolescentes
DESCRIPTION:Cine Navio leva filmes nordestinos e apresentações culturais gratuitas a Bom Jardim nos dias 25 e 26 de setembro. \nO Cine Navio realiza uma mostra gratuita de filmes nordestinos para crianças\, adolescentes e suas famílias em diferentes espaços de Bom Jardim\, no Agreste de Pernambuco. A programação reúne cinema\, formação de plateia e apresentações culturais em Tamboatá\, na zona rural\, e no Parque Pedra do Navio\, um dos símbolos turísticos do município. \nA mostra apresenta oito curtas-metragens de Pernambuco\, Paraíba e Rio Grande do Norte\, entre ficções e documentários com duração de sete a 20 minutos. As produções abordam temas como infância\, juventude\, memória\, identidade\, relações humanas e territórios. Integram a programação Brasiliana\, de Sebastião Formiga; Menina Semente\, de Túlio Beat; Anjos Cingidos\, de Laércio Filho e Maria Tereza; Nem Todas as Manhãs São Iguais\, de Fabi Melo; Azul Celeste\, de Lori Queiroz; Sou Eu Quem Conto\, de Tayná Nunes; Meu Amigo Neymar\, da Coletiva Ministrada por João Paulo Lima; e Cabocolino\, de João Marcelo. \nNa sexta-feira (25)\, Tamboatá recebe a primeira noite do evento\, com sessão de cinema\, votação popular\, homenagens\, poesia com Edglês Gonçalves\, da Gambiarra Poética\, e apresentação de Zé Cantor. No sábado (26)\, o Parque Pedra do Navio recebe a sessão de cinema a céu aberto\, com participação do público na escolha da produção preferida e apresentações da banda de forró Vibe de Matuto e da Banda Coco de Engenho. \nO evento também presta homenagem a Dhodó Félix\, poeta\, cordelista\, escritor\, professor\, jornalista e historiador popular\, e a Marcos do Artesanato\, mestre artesão que trabalha com esculturas em pedra há mais de 40 anos. \nO Cine Navio acontece na sexta-feira\, 25 de setembro\, em Tamboatá\, e no sábado\, 26 de setembro de 2026\, no Parque Pedra do Navio\, em Bom Jardim (PE). As atividades começam às 19h nos dois dias e têm entrada gratuita.
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SUMMARY:Espetáculo musical Planeta Lixo aborda consumo e descarte
DESCRIPTION:Planeta Lixo\, em Curitiba\, utiliza música e teatro para refletir sobre consumo\, uso e descarte de resíduos. \nO espetáculo cênico-musical Planeta Lixo\, da Nave Drassa\, que integra a programação do Festival da Primavera\, propõe uma experiência que combina arte\, reflexão e música. A montagem utiliza resíduos como elementos de cena para abordar questões relacionadas à maneira como os materiais são consumidos\, utilizados e descartados. \nAo longo do espetáculo\, objetos que seriam destinados ao descarte ganham novas funções e passam a integrar cenários\, figurinos\, personagens e instrumentos musicais. A proposta utiliza esses elementos para construir uma narrativa cênica que aproxima a discussão sobre resíduos do cotidiano e da experiência artística. \nPlaneta Lixo tem classificação indicativa livre e será apresentado nos dias 26 e 27 de setembro\, no Espaço Fantástico das Artes\, localizado na Rua Trajano Reis\, 41\, bairro São Francisco\, em Curitiba. As sessões acontecem no sábado (26)\, às 17h e às 20h\, e no domingo (27)\, às 19h. No sábado\, 26 de setembro\, a sessão das 20h contará com intérprete de Libras. Também haverá mediação cultural após as duas apresentações de sábado. A entrada é gratuita.
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SUMMARY:Nem Toda História de Amor Acaba em Morte em Curitiba
DESCRIPTION:Filme Nem Toda História de Amor Acaba em Morte em Curitiba com sessões no Cine Passeio até dia 30 \nPor aqui no NA-NU já falamos sobre o filme Nem Toda História de Amor Acaba em Morte. O longa-metragem dirigido e roteirizado por Bruno Costa chega ao circuito comercial após uma trajetória por festivais no Brasil e no exterior. Filmado em Curitiba\, o filme acompanha Lola (Gabriela Grigolom)\, atriz surda e mãe solo que mantém uma companhia de teatro e se envolve com Sol (Chiris Gomes)\, recém-separada de Miguel (Octavio Camargo). A relação entre os três conduz uma comédia dramática sobre família\, desejo\, separação e diferentes formas de amar. \nA presença da comunidade surda também atravessa a realização do filme. A ideia inicial de Costa ganhou novos caminhos a partir de uma sugestão de Chiris Gomes\, levando o diretor a pesquisar a cena artística surda de Curitiba. Gabriela Grigolom\, conhecida como Nega Bi e atuante na poesia em Libras\, passou a incorporar elementos de sua própria trajetória à personagem. A produção também reuniu outros artistas e profissionais surdos\, intérpretes de Libras e integrantes do grupo teatral do qual Gabriela fazia parte. \nAlém da história dos personagens\, Curitiba ocupa espaço central na narrativa. Ruas\, casas\, bares e espaços de encontro aparecem ao lado de uma cena cultural relacionada à música\, ao teatro\, à poesia e à arte surda. Parte da trama se passa na Rua Atílio Bório\, no Cristo Rei\, e o título do longa vem do primeiro verso de Choro Suicida\, parceria de Octavio Camargo com o poeta Alexandre França. O filme também incorpora recursos de acessibilidade à própria experiência cinematográfica\, com Libras e legendas\, além de recursos adicionais por meio do aplicativo PingPlay. \nAntes da estreia comercial\, Nem Toda História de Amor Acaba em Morte recebeu prêmios em festivais\, incluindo Melhor Filme pelo Júri Popular no Rio LGBTQIA+ 2025 e no 29º Cine PE\, além do prêmio de Melhor Ator para Octavio Camargo no festival pernambucano. No OFN LGBTQIA+ Film Festival 2026\, no Reino Unido\, Gabriela Grigolom recebeu o prêmio de Melhor Atuação e o longa foi reconhecido como Melhor Longa-Metragem. \nEm Curitiba\, Nem Toda História de Amor Acaba em Morte tem sessões nos dias 24/09 (quinta)\, 25/09 (sexta)\, 26/09 (sábado)\, 27/09 (domingo)\, 29/09 (terça) e 30/09 (quarta)\, sempre às 16h30\, na Sala Luz do Cine Passeio\, localizado na Rua Riachuelo\, 410\, Centro. A classificação indicativa é 16 anos. As sessões indicadas na programação contam com recursos de acessibilidade.
URL:https://nanu.blog.br/evento/nem-toda-historia-de-amor-acaba-em-morte-em-curitiba/
LOCATION:Cine Passeio\, R. Riachuelo\, 410 - Centro\, Curitiba\, PR\, Brazil
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