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SUMMARY:16ª edição da Bienal de Curitiba
DESCRIPTION:A Bienal de Curitiba reúne mais de 300 artistas de 38 países em exposições e instalações espalhadas pela cidade. \nCom o tema LIMIARES\, a 16ª edição da Bienal Internacional de Curitiba propõe reflexões sobre as transformações do mundo contemporâneo e os limites cada vez mais fluidos entre o humano e o tecnológico\, o natural e o artificial\, o físico e o digital. Consolidada como uma das principais plataformas de arte contemporânea da América Latina\, a mostra reúne artistas\, pesquisadores e curadores de diferentes partes do mundo em uma programação que inclui exposições\, performances\, videoarte\, instalações\, fotografia\, arte sonora e experiências em realidade aumentada. \nO principal núcleo expositivo está instalado no Museu Oscar Niemeyer (MON)\, espaço que mantém uma relação histórica com a Bienal. Entre os destaques desta edição está a exposição “Poéticas da Memória e da Matéria”\, protagonizada pela artista japonesa Chiharu Shiota\, reconhecida internacionalmente por suas instalações imersivas construídas com fios e objetos cotidianos. A artista apresenta obras inéditas criadas especialmente para Curitiba\, incluindo uma instalação de grande escala que utiliza cerca de 300 quilômetros de fios\, considerada a maior obra site-specific da artista já realizada na América do Sul. \nAlém do MON\, a Bienal ocupa diversos espaços culturais de Curitiba. A programação se estende por museus\, centros culturais e áreas urbanas\, incluindo intervenções em terminais de ônibus\, paradas de transporte coletivo e ações em realidade aumentada. A edição também conta com curadores convidados de diferentes países\, fortalecendo o intercâmbio internacional e a diversidade de linguagens artísticas presentes na mostra. \nA 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES abre ao público em 14 de junho de 2026 e segue até 15 de novembro de 2026. O principal núcleo expositivo está no Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes\, 999 – Centro Cívico\, Curitiba)\, com ingressos a R$ 36 (inteira) e R$ 18 (meia-entrada). A programação também acontece em espaços como o Museu Paranaense\, Museu da Imagem e do Som do Paraná\, Museu Alfredo Andersen\, Museu da Fotografia\, Museu da Gravura – Memorial de Curitiba\, Museu de Arte Indígena e Museu Municipal de Arte\, entre outros locais da capital paranaense.
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SUMMARY:Poéticas da Memória e da Matéria no MON
DESCRIPTION:Poéticas da Memória e da Matéria reúne seis artistas brasileiros na Torre do MON\, em diálogo com a obra de Chiharu Shiota na Bienal de Curitiba. \nA exposição integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e ocupa os três pavimentos da Torre do Museu Oscar Niemeyer (MON). Com curadoria de Tereza de Arruda\, o percurso apresenta obras de André Azevedo\, Evandro Soares\, Iêda Jardim\, James Kudo\, Luiz Mauro e Marina Camargo\, propondo um diálogo com a instalação de Chiharu Shiota\, exibida no Olho. Em comum\, os artistas utilizam materiais como tecidos\, mapas\, couro\, bordados\, desenhos e objetos cotidianos para refletir sobre memória\, identidade\, ancestralidade e transformação. \nAo longo da visita\, cada pavimento apresenta diferentes abordagens sobre a relação entre matéria e experiência. Luiz Mauro parte de elementos da cultura popular brasileira para construir narrativas autobiográficas\, enquanto Marina Camargo transforma mapas em esculturas e pinturas que evocam deslocamentos e fluxos. André Azevedo aproxima memória analógica e cultura digital por meio de instalações com máquinas de escrever e de costura\, e James Kudo utiliza tecidos\, moldes e linhas para criar pinturas que exploram presença\, ausência e passagem do tempo. No último andar\, Evandro Soares expande o desenho para o espaço com estruturas metálicas e sombras\, enquanto Iêda Jardim encerra o percurso com uma instalação inédita que reúne tecidos\, porcelanas\, bordados e fotografias familiares em uma reflexão sobre continuidade e memória coletiva. \nAlém de estabelecer conexões com a produção de Chiharu Shiota\, Poéticas da Memória e da Matéria reforça a proposta da Bienal de Curitiba de aproximar diferentes linguagens e artistas contemporâneos. O conjunto das obras transforma materiais cotidianos em arquivos de experiências\, convidando o público a refletir sobre pertencimento\, deslocamento e as relações entre memória individual e coletiva. \nA exposição Poéticas da Memória e da Matéria permanece em cartaz até 15 de novembro de 2026\, na Torre do Museu Oscar Niemeyer (MON)\, localizada na Rua Marechal Hermes\, 999\, Centro Cívico\, em Curitiba. Os ingressos custam R$ 36 (inteira) e R$ 18 (meia-entrada)\, com entrada gratuita às quartas-feiras e no último domingo de cada mês.
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SUMMARY:Arte contemporânea chinesa na Bienal de Curitiba
DESCRIPTION:Arte contemporânea chinesa ganha destaque na 16ª Bienal de Curitiba com mostra no MON que reúne artistas de diferentes gerações. \nA exposição Na Terra: Fluxos do Devir — Memória\, Materiais e Nova Natureza integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e ocupa a Sala 3 do Museu Oscar Niemeyer (MON). Com curadoria de Xiao Ge e Windy Lv\, a mostra reúne importantes nomes da produção artística chinesa contemporânea para refletir sobre ecologia\, memória\, transformação e coexistência. Inserida no conceito curatorial LIMIARES\, a exposição amplia o diálogo entre Brasil e China\, parceria construída pela Bienal desde 2009 e fortalecida ao longo de quase duas décadas de intercâmbio cultural. \nOrganizada em três núcleos\, Raízes: Caos e Origem\, Rizomas: Natureza e Simbiose e Frutos: Civilização e Eco\, a exposição estabelece conexões entre conceitos da filosofia oriental\, como o Dao\, e referências presentes na cultura latino-americana\, como o rio e o rizoma\, utilizando essas imagens para discutir transformação\, convivência e sustentabilidade. O percurso reúne instalações\, esculturas\, fotografias\, vídeos\, obras em novas mídias e materiais tradicionais\, apresentando diferentes perspectivas sobre as relações entre humanidade\, natureza\, urbanização e identidade cultural. \nEntre os destaques estão artistas de reconhecimento internacional como Xu Bing\, conhecido por suas pesquisas sobre linguagem e sistemas culturais; Yin Xiuzhen\, que transforma objetos e materiais descartados em reflexões sobre memória e globalização; e Shen Yuan\, cuja produção aborda migração\, pertencimento e convivência intercultural. A mostra também apresenta obras de Xia Hang\, Tong Kunniao\, Qian Lihuai\, Yang Song\, Chen Fenwan\, Wu Guanzhen\, Chen Zhuo\, Lin Chenxi\, Xue Lei\, Che Jianquan\, A Duo\, Luo Xi\, Lu Hang\, Wu Qian\, Alex Long Yuan\, Geng Le e Kalman Pool\, revelando a diversidade da arte contemporânea chinesa por meio de diferentes linguagens e tecnologias. Para a curadoria\, a exposição reafirma o papel da arte como instrumento de aproximação entre culturas e de construção de novos diálogos em um cenário global marcado por constantes transformações. \nA exposição Na Terra: Fluxos do Devir — Memória\, Materiais e Nova Natureza permanece em cartaz até 15 de novembro de 2026\, na Sala 3 do Museu Oscar Niemeyer (MON)\, localizado na Rua Marechal Hermes\, 999\, Centro Cívico\, em Curitiba (PR). A visitação acontece de terça a domingo\, das 10h às 18h (com acesso até as 17h30). Os ingressos custam R$ 36 (inteira) e R$ 18 (meia-entrada)\, com entrada gratuita às quartas-feiras e no último domingo de cada mês.
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SUMMARY:OFICINACULTURA promove oficinas gratuitas em Curitiba
DESCRIPTION:OFICINACULTURA oferece oficinas culturais gratuitas em Curitiba\, com atividades de dança\, teatro\, música\, circo\, cultura visual e Libras. \nCriado e idealizado pelo produtor cultural Marcio Juliano\, coordenador da Associação Brasileira Oficina de Cultura\, o projeto OFICINACULTURA promove atividades voltadas a crianças\, adolescentes\, jovens e adultos em diferentes regiões de Curitiba\, nas periferias e em sua sede central. A iniciativa é realizada em convênio com a Itaipu Binacional e reúne oficinas em quatro formatos: Itinerantes\, Continuadas\, Imersivas e Para Núcleos. Ao todo\, serão mais de 680 horas de atividades gratuitas entre julho de 2026 e junho de 2027\, com média de 15 participantes por turma. \nAs oficinas Itinerantes acontecem em bairros periféricos\, em espaços administrados pela Secretaria Municipal de Esporte\, Lazer e Juventude (SMELJ) e na ONG Passos da Criança. Já as atividades Continuadas são realizadas na sede central do projeto\, com módulos mensais. As Imersivas são destinadas a residências pontuais\, enquanto o formato Para Núcleos reúne jovens estudantes em um núcleo investigativo voltado à pesquisa e à prática de diferentes linguagens artísticas. Entre as primeiras atividades realizadas estão oficinas de Danças Urbanas\, com Rapha Fernandes\, e Corpos Lona no Ar\, com Marina Prado. \nA sede central do OFICINACULTURA será inaugurada em um casarão histórico no bairro São Francisco e funcionará como espaço de encontro para as diferentes atividades do projeto. A programação inclui oficinas como DJ’s – O Povo que Fala com as Mãos\, com o DJ Abu\, voltada para crianças; Arvorando\, com Priscilla Pontes\, dedicada a práticas afro-orientadas de estudo do corpo e do movimento; e Oficina de Lambe-Lambe\, com o artista visual Rimon Guimarães. O projeto também abriu uma convocatória para jovens a partir de 16 anos interessados em produção cultural e linguagens artísticas. Serão 15 selecionados para uma oficina de três meses\, com nove horas semanais\, certificação e ajuda de custo para passagem e alimentação. O primeiro ciclo será dedicado à pesquisa sobre a graça\, na oficina Engraçar\, coordenada por Marcio Juliano\, com direção artística de Carmen Jorge e colaboração de Nadja Naira\, Mila Jung\, Tuca Fanchin e Luís Rolim. \nA sede do OFICINACULTURA será inaugurada no dia 12 de agosto\, às 19h\, na Rua Mateus Leme\, 200\, esquina com a Rua Carlos Cavalcanti\, no bairro São Francisco\, em Curitiba. A convocatória para jovens a partir de 16 anos recebe inscrições até 17 de agosto. A oficina DJ’s – O Povo que Fala com as Mãos começa em 15 de agosto\, Arvorando tem início no dia 18 de agosto e a Oficina de Lambe-Lambe será realizada a partir de 23 de setembro. A programação completa pode ser acompanhada pelo Instagram @oficina.cultura.
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SUMMARY:Exposição Ciro Fernandes: o menino\, o olho e o pássaro
DESCRIPTION:Aos 84 anos\, o artista Ciro Fernandes retorna aos espaços expositivos de Curitiba\, depois de mais de quatro décadas\, com a exposição Ciro Fernandes: o menino\, o olho e o pássaro. A mostra reúne aproximadamente cem trabalhos impressos e matrizes de xilogravura\, permitindo ao público observar tanto as imagens produzidas pelo artista quanto as superfícies de madeira utilizadas em sua criação. \nCom curadoria de Iriana Vezzani\, a exposição percorre diferentes momentos da trajetória de Ciro\, construída ao longo de mais de seis décadas entre memória\, imaginação\, cultura popular e experimentação visual. Nascido em Uiraúna\, no sertão da Paraíba\, e radicado no Rio de Janeiro\, o artista desenvolveu uma linguagem própria a partir de figuras humanas\, pássaros\, animais e elementos do imaginário popular. Em sua produção\, essas referências aparecem como elementos de criação e não apenas como representação de uma tradição. \nA relação entre matriz e imagem também dialoga com o conceito de LIMIARES\, tema da 16ª Bienal Internacional de Curitiba. O pássaro\, recorrente na obra de Ciro\, estabelece relações entre terra e céu\, enquanto o olho representa a passagem entre aquilo que é visto e aquilo que é imaginado. Na xilogravura\, esse limite também aparece na relação entre madeira e papel\, matriz e reprodução\, gesto físico e imagem. A exposição inclui ainda matrizes que revelam as incisões\, escolhas e marcas deixadas pelo processo de criação. \nA trajetória do artista também ganhou novos caminhos com as redes sociais. Ciro Fernandes reúne mais de 200 mil seguidores no Instagram\, onde vídeos sobre seus processos de criação alcançam milhões de visualizações. A exposição também marca uma aproximação com o patrimônio artístico de Curitiba: em junho\, o artista realizou uma demonstração de xilogravura ao vivo e anunciou a doação de uma de suas obras ao Museu da Gravura Cidade de Curitiba. \nCiro Fernandes: o menino\, o olho e o pássaro está em cartaz no Salão Paranaguá\, no Museu da Gravura Cidade de Curitiba\, localizado no Memorial de Curitiba. A visitação acontece de terça a sexta-feira\, das 9h às 18h\, e aos sábados e domingos\, das 9h às 15h. A entrada é gratuita.
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LOCATION:Memorial de Curitiba\, R. Dr. Claudino dos Santos\, 79 - São Francisco\, CURITIBA\, PR\, Brazil
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SUMMARY:Exposição Me quedé mirando\, de Abraham Votroba
DESCRIPTION:Me quedé mirando\, de Abraham Votroba\, reúne fotografias\, palavras\, sombras e sobreposições em uma investigação sobre memória\, tempo e lembrança. \nCom curadoria de Guilherme Zawa\, a exposição apresenta uma produção em que a fotografia é utilizada para investigar aquilo que a memória conserva\, transforma ou deixa escapar. A partir de uma cartografia íntima\, o fotógrafo argentino Abraham Votroba reúne diferentes elementos e procedimentos para construir imagens relacionadas à experiência pessoal e à passagem do tempo. \nA dupla exposição é um dos recursos centrais da mostra. Dois tempos\, corpos ou feixes de luz ocupam simultaneamente uma mesma imagem\, criando sobreposições que também remetem à maneira como as lembranças são construídas. Nesse processo\, o passado não retorna de forma intacta\, mas se mistura ao presente e é continuamente transformado por ele. Fotografias desbotadas\, palavras suspensas em fios translúcidos e sombras projetadas ampliam as imagens para além do enquadramento fotográfico e fazem com que elas também ocupem o espaço expositivo. \nNascido em Misiones\, na Argentina\, em 1979\, e radicado em Buenos Aires\, Votroba é formado pela Escola Argentina de Fotografia. Sua produção é marcada por questões relacionadas à memória\, ao tempo e à experiência pessoal. O artista já apresentou seus trabalhos em instituições argentinas e internacionais e possui uma relação anterior com Curitiba\, onde expôs no Museu da Fotografia e apresentou o livro El velo del tiempo. \nMe quedé mirando\, de Abraham Votroba\, pode ser visitada no Museu da Fotografia Cidade de Curitiba / Memorial de Curitiba com entrada gratuita. A visitação acontece de terça a sexta-feira\, das 9h às 18h\, e aos sábados e domingos\, das 9h às 15h. O Memorial de Curitiba fica na Rua Dr. Claudino dos Santos\, 79\, no bairro São Francisco\, no Centro Histórico de Curitiba. \nA exposição integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba\, realizada pelo Ministério da Cultura\, Governo Federal – Do lado do povo brasileiro\, MON\, MAC Paraná e Paraná Festival – Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) – Governo do Paraná\, com apoio da Fundação Cultural de Curitiba (FCC) – Prefeitura de Curitiba.
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SUMMARY:Exposição Colagem Continuada na 16ª Bienal de Curitiba
DESCRIPTION:Colagem Continuada reúne 19 artistas na 16ª Bienal de Curitiba\, com obras que exploram a colagem como forma de pensamento e criação. \nA exposição integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES e reúne trabalhos de 19 artistas na Sala Adalice Araújo\, espaço da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) que integra as sedes do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC Paraná). Com curadoria de Jhon Voese e Mário de Alencar\, a mostra amplia a ideia de colagem para além de uma técnica\, aproximando imagens\, materiais\, referências\, histórias e diferentes gerações da produção contemporânea. \nOs trabalhos apresentados utilizam procedimentos variados\, com papel\, tecido\, fotografias\, pinturas\, imagens de publicações e outros materiais que são recortados\, deslocados\, sobrepostos e recombinados. Para os curadores\, a própria organização da exposição pode ser compreendida como um processo de colagem\, no qual diferentes obras e trajetórias passam a estabelecer novas relações ao ocupar um mesmo espaço. \nA exposição também parte da presença histórica da colagem na arte moderna e contemporânea\, recuperando procedimentos associados a artistas como Picasso\, Matisse\, Marcel Duchamp e Hannah Höch. A proposta relaciona essas referências a produções brasileiras e ao conceito de LIMIARES\, tema da atual edição da Bienal\, ao aproximar passado e presente\, matéria e imagem\, cotidiano e produção artística. Participam Alexandre Cruz Sesper\, Alysson Mazzochin\, Ana Camargo\, André Bergamin\, Annette Skarbek\, Arnaldo Baptista\, Bia Franzolin\, Bomju Coelho\, Castrenhos (Gabriel Castro)\, Dedé Ribeiro\, Emerson Persona\, Guilherme Lepca\, Joana de Lima\, Juan Pablo Mapeto\, Lucas Fier\, Marilene Ropelato\, Mário de Alencar\, Moira Lacowicz e Yara Osman. \nA exposição Colagem Continuada está em cartaz na Sala Adalice Araújo – Secretaria de Estado da Cultura / MAC Paraná\, na Rua Ébano Pereira\, 240\, Centro\, Curitiba. A visitação ocorre de segunda a sexta-feira\, das 8h às 12h e das 13h30 às 18h\, com entrada gratuita.
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SUMMARY:PORTAL: fotografias de encontros que nunca aconteceram
DESCRIPTION:PORTAL: fotografias de encontros que nunca aconteceram reúne imagens de Simone Guimars na 16ª Bienal Internacional de Curitiba. \nA exposição individual PORTAL\, da fotógrafa e artista visual brasileiro-canadense Simone Guimars\, investiga a relação entre fotografia\, imagem e experiência mediada por telas. Em vez de registrar um encontro entre câmera e objeto que compartilham o mesmo espaço\, a artista parte de imagens visualizadas em telas\, transformando esse ambiente no lugar possível da fotografia. \nAs obras utilizam gestos e fragmentos extraídos de imagens em movimento\, com referências como Metrópolis (1927)\, os Jogos Olímpicos de 1936 e 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968). Esses elementos são transformados em novas fotografias\, estabelecendo relações entre imagens produzidas em diferentes momentos e contextos. \nA pesquisa também incorpora características da estética japonesa are-bure-boke\, marcada pelo uso de granulação\, movimento e desfoque. Ruídos\, interferências e distorções passam a integrar a composição\, em uma investigação que dialoga com a presença cada vez maior de celulares\, computadores e televisores na experiência cotidiana. A proposta parte de uma contradição: a fotografia registra algo concreto\, mas o encontro representado nunca aconteceu. \nPORTAL está em cartaz desde 13 de setembro de 2026\, na Galeria Phô\, espaço da APAP/PR\, em Curitiba\, como parte da programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba. A exposição integra o circuito da Bienal e permanece aberta ao público durante o período de visitação da mostra.
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SUMMARY:Exposição NEXUS: conexões entre gerações e linguagens
DESCRIPTION:NEXUS: conexões entre gerações e linguagens reúne artistas da APAP/PR em exposição no Palácio 29 de Março. \nA exposição NEXUS: conexões entre gerações e linguagens integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e reúne artistas associados à Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP/PR). Com curadoria de Marcelo Conrado e Sabine Feres\, a mostra ocupa o novo espaço expositivo do Palácio 29 de Março\, sede da Prefeitura de Curitiba. \nO título da exposição parte do significado de nexus\, palavra associada a conexão\, vínculo e ponto de encontro. A curadoria organiza os trabalhos em quatro núcleos — Matéria\, Corpo\, Paisagem e Abstração — aproximando diferentes gerações e linguagens a partir de afinidades poéticas\, sem estabelecer divisões rígidas entre técnicas e temas. \nEm Matéria\, pedra\, cerâmica\, metal\, vidro e concreto participam da construção das obras. Corpo reúne pesquisas relacionadas à presença\, memória\, subjetividade\, identidade e pertencimento. Paisagem amplia a ideia de território para incluir cidade\, memória e espaços vividos\, enquanto Abstração concentra trabalhos que exploram cor\, linha\, geometria e gesto\, incluindo obras situadas entre figuração e abstração. \nParticipam da exposição Alfi Vivern\, Ana Isis Ribas\, Anibal Andraus\, Ariane Labre\, Aurélio Peluso\, Blanca de la Paz\, Carla Ruschmann\, Carnade\, Cê Figueiredo\, Claudia Anacleto\, Cristina Beltrami\, Débora Ling\, Denise Raasch\, Elizabeth Sekulic\, Enzo Labre\, Ercy Arias Zendim\, Felipe Sekula\, Francisco Borges Laranjal\, Gianna Calderari\, Georgiana Vidal\, Giovana Correia\, Helenio\, Heloisa Vecchio\, Ilka Passos\, Jean Carlo Moro\, Joseli Bezerra\, Juliane Fuganti\, Julio Lof\, Jusbranco\, Katia Velo\, Krisgraf\, Leticia Melara\, Ligia Barros\, Lizete Zem\, Loiri Vecchio\, Lucia Biscaia\, Luiz Eduardo Hirata\, Luiz Gustavo Vidal (Vidal)\, Marcelo Le\, Marcia De Bernardo\, Maria Bado\, Maria Luiza Kozicki\, Marinice Costa\, Marli Thomaz\, Mônica C. Martins\, Moreira\, Noemia Fontanela\, Osmar Carboni\, Regina Oleski\, Rosangela Kusma Gasparin\, Waltraud Sekula e Wilson Isfer. Para os curadores\, a mostra funciona como uma “geopoética de aproximações”\, estabelecendo diferentes formas de relação entre os artistas e o mundo. \nNEXUS: conexões entre gerações e linguagens acontece no Palácio 29 de Março\, sede da Prefeitura de Curitiba\, localizado na Av. Cândido de Abreu\, 817\, Centro Cívico\, Curitiba.
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LOCATION:Prefeitura de Curitiba\, Av. Cândido de Abreu\, 817\, Centro Cívico\, Curitiba\, PR\, Brazil
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SUMMARY:HACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros
DESCRIPTION:HACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros leva pintura e memória histórica ao Museu do Expedicionário pela Bienal de Curitiba. \nA exposição HACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros encerra a sequência de novas aberturas da 16ª Bienal Internacional de Curitiba. Com curadoria do Coletivo Seme Ar\, de Ela Soares e Brugnera\, a mostra reúne pinturas que estabelecem uma relação entre arte contemporânea\, história e a memória dos brasileiros que integraram as forças expedicionárias. \nRealizada no Museu do Expedicionário\, a exposição insere essa discussão em um espaço dedicado à preservação da memória relacionada à participação brasileira em conflitos armados. A proposta aproxima a produção artística de um acervo e de um contexto histórico que ajudam a situar a experiência dos expedicionários e sua presença na memória coletiva. \nHACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba\, que segue com exposições e outras ações até 15 de novembro. A mostra permanece em cartaz até essa data\, ampliando o circuito do evento por diferentes espaços da cidade. \nA abertura acontece na sexta-feira\, 18 de setembro de 2026\, às 14h\, no Museu do Expedicionário\, localizado na Rua Comendador Macedo\, 655\, Curitiba.
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SUMMARY:Curitiba Sombria promove programação de Halloween
DESCRIPTION:O Curitiba Sombria promove passeios temáticos\, oficinas\, caça aos doces e uma excursão para Paranapiacaba durante o mês de outubro. \nA programação especial de Halloween inclui atividades para diferentes públicos\, com experiências que exploram histórias\, lendas urbanas e o imaginário do terror. Entre as atrações estão o tradicional tour noturno de van pelo centro histórico de Curitiba\, a caça aos doces em confeitarias\, uma caminhada pela Rua São Francisco com jantar e oficinas criativas de temática sombria. \nO tour Gostosuras ou Travessuras terá saídas nos dias 10\, 17 e 24 de outubro\, das 10h às 14h\, com visitas a quatro confeitarias e um doce incluído em cada parada. Já a Caminhada da Rua do Fogo acontece em 15 de outubro\, às 19h30\, com percurso histórico pela Rua São Francisco e jantar no Royalty Café. As oficinas no Rock Me Mamma incluem pintura de crânios em gesso\, dobraduras temáticas e confecção de lápides. O projeto também promove encontros do Clube de Leitura Curitiba Sombria\, que neste mês aborda o romance Colapso\, de Roberto Denser\, além de uma sessão de cinema gratuita para integrantes da comunidade. \nA programação termina com a primeira excursão do projeto\, realizada em parceria com a Check-In Travel\, para Paranapiacaba\, em São Paulo. A viagem prevê saída de Curitiba na madrugada de 31 de outubro e retorno na manhã de 2 de novembro\, com hospedagem em apartamento duplo. Os passeios noturnos de van acontecem nos dias 10\, 17 e 24 de outubro\, às 19h e às 21h30\, com saídas em Curitiba e ingressos a partir de R$ 120\, mais taxas\, pelo Disk Ingressos. O tour de caça aos doces custa R$ 120\, com inscrições pelo Instagram do Curitiba Sombria. A caminhada de 15 de outubro custa R$ 150\, incluindo passeio\, jantar e bebidas\, e as oficinas custam R$ 50\, com inscrições pelo Instagram do projeto. A excursão custa R$ 780\, incluindo transporte e hospedagem. Informações sobre as demais atividades\, inscrições e disponibilidade de vagas podem ser consultadas diretamente com o Curitiba Sombria.
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SUMMARY:Bienal de Teatro Lambe-Lambe chega à 3ª edição
DESCRIPTION:A Bienal de Teatro Lambe-Lambe acontece de 14 a 19 de outubro\, em Curitiba\, com espetáculos\, oficinas e atividades gratuitas. \nA 3ª Bienal de Teatro Lambe-Lambe Brasil transforma Curitiba em palco para uma das linguagens cênicas mais singulares do país entre os dias 14 e 19 de outubro. Criado na Bahia\, em 1989\, por Denise de Santos e Ismine Lima\, o Teatro Lambe-Lambe é uma forma de teatro de animação em miniatura\, apresentada para pequenos grupos ou espectadores individuais. Ao longo de seis dias\, o evento reunirá apresentações\, oficinas\, palestras e laboratórios\, promovendo o intercâmbio entre artistas\, pesquisadores e o público. \nNesta edição\, a programação contará com 20 espetáculos distribuídos por diferentes espaços culturais e logradouros públicos da capital paranaense. Além das apresentações\, a Bienal também investe em ações formativas\, oferecendo atividades voltadas ao aperfeiçoamento artístico e à troca de experiências entre profissionais da área. O evento também se consolida como um espaço de circulação da linguagem\, atraindo companhias\, programadores e produtores culturais interessados em ampliar a presença do Teatro Lambe-Lambe no Brasil e no exterior. \nRealizada pela Trágica Cia de Arte\, a Bienal conta com o apoio da Associação de Teatro Lambe-Lambe\, da Associação Brasileira de Teatro de Bonecos (ABTB UNIMA Brasil) e da Associação Paranaense de Teatros de Bonecos (APRTB). O projeto foi aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná\, por meio do programa Paraná Festivais\, e integra as ações financiadas pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura. \nA 3ª Bienal de Teatro Lambe-Lambe Brasil será realizada entre os dias 14 e 19 de outubro\, em diferentes espaços culturais e logradouros públicos de Curitiba. A programação reúne 20 espetáculos\, além de palestras\, oficinas e laboratórios voltados à formação artística. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail bienallambelambe@gmail.com. \nConfira a programação completa: \n5 a 7 de outubro\nOficina online: “Instaurando um espaço para o olhar – A Imagem na dramaturgia para o Teatro Lambe-Lambe” (Cia PlastikOnírica – Pedro Cobra e Larissa Miyashiro – Santos /SP)\nHorário: das 19h às 21h20\nSobre: Oficina voltada ao compartilhamento de processos criativos e aprimoramento de espetáculos de Teatro Lambe-Lambe já existentes e/ou recém-criados\, considerando a influência da imagem na construção dramatúrgica e sua relação com o público. Referências: conceitos do Teatro Lambe-Lambe (Ismine Lima e Denise Di Santos)\, documentário Janela da Alma (João Jardim e Walter Carvalho) e a experiência e pesquisa artística da Cia.  \n14/10 – Quarta-feira\n14h às 16h – Intervenção lambeira: 20 espetáculo de Teatro Lambe-Lambe\nLocal: Vão livre do Museu Oscar Niemeyer (R. Mal. Hermes\, 999 – Centro Cívico);  \n18h – Palestra “Teatro Lambe-Lambe – Memória e Perspectivas Futuras”\, com Denise Di Santos\nLocal: Auditório Potty Lazzarotto (MON – R. Mal. Hermes\, 999 – Centro Cívico)\nSobre: O encontro propõe uma reflexão crítica sobre os riscos de sua popularização acelerada\, a partir do resgate de seus pilares fundamentais e da evocação de seu Manifesto. O objetivo é projetar o futuro dessa linguagem com o conhecimento profundo de suas raízes na democratização cultural\, na acessibilidade e na transformação social.  \n15/10 – Quinta-feira\n14h às 16h – Intervenção lambeira: 20 espetáculos de Teatro Lambe-Lambe\nLocal: Pátio da Reitoria (UFPR – R. XV de Novembro\, 1299 – Centro) \n18h – Palestra “Desenho de Personagens para Teatro de Animação” com Pablo Aguiar\nLocal: Setor de Ciências Humanas\, Letras e Artes – UFPR – Auditório 8º andar (R. XV de Novembro\, 1299 – Centro)\nSobre: O processo de criação e concepção de personagens para o Teatro de Animação\, partindo de uma ideia e traduzindo-a de personagens por meio do uso de elementos da linguagem visual.  \n16/10 – Sexta-feira\n14h às 16h – Intervenção lambeira: 20 espetáculos de Teatro Lambe-Lambe\nLocal: Relógio da XV\n(Em caso de chuva\, programação ocorre no Mercado Central\, na Praça Rui Barbosa) \n17/10 – Sábado\n10h às 12h – Intervenção lambeiro: 20 espetáculo de Teatro Lambe-Lambe\nLocal: Passeio Público (R. Pres. Carlos Cavalcanti\, s/n)\n(Em caso de chuva\, a programação ocorre no Mercado Municipal – Av. Sete de Setembro\, nº 1865) \n18/10 – Domingo\n10h às 12h – Intervenção Lambeira: 20 espetáculos de Teatro Lambe-Lambe\nLocal: Largo da Ordem – Praça João Cândido (R. Jaime Reis\, s/n – São Francisco)\n(Em caso de chuva\, a programação ocorre no Mercado Municipal – Av. Sete de Setembro\, nº 1865) \n19/10 – Segunda-feira\nLaboratório lambeiro (evento fechado)\nLocal: Teatro Guaíra (R. XV de Novembro\, 971 – Centro)\nSobre: Momento de troca de saberes e experiências\, ação formativa direcionada aos artistas lembeiros e lambeiras participantes da Bienal. \n19/10 a 22/10 – segunda a quinta-feira\nOficina presencial: “Introdução ao Teatro Lambe-Lambe” com Jô Fornari\nLocal: LATA (Laboratório de Animação e Visualidades da Cena) – UNESPAR/PR (R. dos Funcionários\, 1756 )\nSobre: Conhecimento básico sobre todas as fases da criação de espetáculo de Teatro Lambe-Lambe: histórico\, conceitos e introdução sobre a linguagem até a construção de um protótipo\, passando pela dramaturgia\, criação de personagens\, confecção da caixa\, cenário\, iluminação\, sonoplastia e a intervenção na rua. A partir da utilização de objetos e materiais simples facilmente encontrados em casa\, o(a) participante terá o aparato teórico-prático para iniciar a montagem do seu Teatro Lambe-Lambe.  \nSobre os espetáculos:  \nMestre de Cerimônias – “Boneco Carlão” (Gramado / RS)\nCom carisma\, humor e uma grande capacidade de improvisação\, o “argentino mais gaúch do Brasil”\, irá conduzir a programação e criar intervenções bem-humoradas.\nFicha Técnica – Animação\, concepção e dramaturgia: Beth Bado / Construção do boneco: Beth Bado e Nelson Haas / Figurinos: Casa do Bispo Atelier / Duração: 120’ \n“A Menina com a cadeira na cabeça e a menina que vendia charutos” (Salvador / BA)\nUma travessia de memórias: o encontro de Denise Di Santos e Ismine Lima\, amigas e companheiras de destino. Duas meninas\, duas histórias marcadas pela força e pela falta que se cruzam 20 anos depois – um encontro que dá origem ao Teatro Lambe-Lambe.\nFicha Técnica – Animação\, concepção\, bonecos\, cenografia e dramaturgia: Denise Di Santos / Direção e assistência de palco: Aline Busatto / Apoio sonoro: Téo Munhoz / Duração: 3’30’’ \n“ZZZZZ” (Curitiba / PR)\nUm senhor\, pessoa idosa com doença de Parkinson\, janta com dificuldades quando é surpreendido pela visita de uma mosca. A sopa apronta o caldo desse encontro. Por entre tremores e zumbidos\, o incômodo vira parceria…convite para passear com as asas da imaginação.\nFicha Técnica – Animação e criação: Camila Jorge / Consultoria artística: Jacques Beauvoir e Eduardo Santos / Duração: 4’30” \n“A Primeira Mulher” (Curitiba / PR)\nUma arqueóloga desenterra a história de Vênus de Willendorf e investiga esse antigo vestígio da humanidade. Entre camadas de tempo e memória\, ela traz à luz uma narrativa feminina apagada ao longo de milhares de anos. Um universo delicado\, onde ciência\, mito e imaginação se encontram.\nFicha Técnica – Animação\, criação e confecção de bonecos: Naiara Parolin / Cenografia: Gabrielle Windmüller e Naiara Parolin / Figurino: Gabrielle Windmüller / Orientação: Trágica Cia de Arte / Duração: 4’30” \n“Peregrinos – O despertar” (Curitiba /PR)\nUm conto poético inspirado na vida de uma monja artista e poetisa do século XIX\, Otagaki Rengetsu. Uma história delicada sobre harmonia com a natureza\, empoderamento feminino e espiritualidade.\nFicha Técnica – Animação e concepção: Samara Rocha / Direção: Laércio Amaral / Dramaturgia: Dico Ferreira / Cenografia e figurinos: Katia Horn / Trilha sonora: Marcelo Torrone (voz Monja Coen) / Iluminação: Victor Sabbag / Automação: Paulo Rosa / Cenotecnia: Fabiano Hoffmann e Izak Silva / Duração: 3’ \n“Rapunzel” (Ponta Grossa / PR)\nA clássica história de uma bruxa que mantém escondida\, no alto de uma torre\, uma jovem condenada à solidão desde a infância. Certa noite\, surge um jovem! A partir desse encontro\, tudo muda. Os caminhos mais sombrios começam a se desenrolar…\nFicha Técnica – Animação: Bia Paixão / Estrutura: Luciano Mafra / Cenografia: Larissa Brandão / Duração: 3’50” \n“Fritas Para Viagem” (Colombo / PR)\nUma simpática batata e seu gato de estimação estão em sua casa assistindo TV\, quando coisas estranhas começam a acontecer. Inspirada nas obras de TIm Burton e Alfred Hitchcock. Esta é uma história de terror e comicidade.\nFicha Técnica – Animação\, concepção\, criação e trilha sonora: Ronaldo Pituim / Direção: Luz Medeiros / Bonecos: Eduardo Santos / Cenografia: Eduardo Santos e Ronaldo Pituim / Figurino: Gui Almeida / Duração: 3’ \n“Mansão Villa Hilda” (Ponta Grossa / PR)\nConstruída em 1926 como prova de amor\, a Villa Hilda tornou-se um dos casarões mais emblemáticos da cidade de Ponta Grossa. Entre fatos históricos e lendas\, a mansão é cercada por relatos curiosos.\nFicha Técnica – Animação\, direção\, cenografia\, bonecos e figurino: Dadá Munhoz / Trilha sonora: Mari Dourado e Dadá Munhoz / Duração: 3’ \n“R.I.P. Dia de los Muertos” (Curitiba / PR)\nA Morte é uma personagem curiosa\, paciente e persistente\, que acompanha silenciosamente o percurso da vida. Entre encontros e desencontros\, instala-se um delicado jogo cênico em que a Morte persegue aquilo que jamais consegue dominar completamente: o impulso vital\, a memória\, os afetos e o desejo de continuar vivendo.\nFicha Técnica – Animação\, direção\, cenografia\, iluminação\, criação sonora: Ruddy Castillo / Duração: 3’38” \n“(im)Permanência” (Curitiba/PR)\nOsvaldo\, um urso fotógrafo\, encontra uma flor no caminho\, faz um registro e um convite para a poesia contida no instante que escapa.\nFicha Técnica – Animação\, concepção e criação: Mateus Tropo / Duração: 3’ \n“U.F.O” (Curitiba / PR)\nO que sobra quando a memória desafia a lógica? O universo único de uma mulher e seus fragmentos de uma realidade alternativa. Entre luzes que revelam o invisível e sombras que guardam segredos\, a busca da verdade em meio ao delírio. Trata-se de uma experiência íntima sobre a vastidão do desconhecido e a fragilidade de nossas certezas.\nFicha Técnica – Animação\, texto e concepção artística: Luiz Reikdal / Direção: Jô Fornari /Assessoria Artística: Rodrigo Dalmolin / Cenário: Alfredo Gomes / Instalação de Luz: Jacques Beauvoir / Trilha Musical: Fernando Caramori / Duração: 3’ \n“O Flautista” (Ponta Grossa / PR)\nHistória clássica que acontece em Hamelin é um misterioso flautista oferece-se para livrar a cidade de uma infestação de ratos de uma maneira peculiar.\nFicha Técnica – Animação\, direção\, concepção e roteiro: Renan Sota / Sonoplastia: Ariel Rodrigues / Cenotecnia: Du Santos\, Cecília Berger\, Tim Santos e Renan Sota / Duração: 4’ \n“Fábrica de Cabeças” (Mariana Cazula\, Teatro de Sobras – Ribeirão Preto / SP)\nNas engrenagens frias de uma máquina\, o operário segue o compasso da obediência na linha de produção. Mas um dia o operário encontra um defeito\, um convite? O Sentinela robô percebe algo fora da ordem\, não há dúvidas: há uma falha a ser corrigida no sistema. Será que nosso operário continuará sendo peça?\nFicha Técnica – Concepção\, realização e animação: Cazula / Duração: 2’30” \n“Casa da Floresta – A Morada em movimento” (Maria Clara Teixeira\, Ateliera Teatro – Vinhedo / SP)\nE\, se Babayaga\, a portadora do fogo\, plantasse duas pernas de mandioca em sua casa para caminhar pelo Brasil? Conheça os segredos das fagulhas preciosas que iluminam nosso caminho.\nFicha Técnica – Animação\, roteiro\, figuras e cenografia: Maria Clara Teixeira / Mecanismos: Mônica Lovato / Iluminação: Mônica Lovato e Valéria Lovato / Efeitos Sonoros: Gustavo Schiezaro / Figurino: Laila Marques / Duração: 3’ \n“Um caminho para amar” (Bruno Rudolf\, Contos da Colmeia – Teatro Lambe Lambe – Extrema/MG)\nOs desafios de um casal separado para se reencontrar. Uma possibilidade de amor que busca promover a compreensão e a aceitação da diversidade afetiva.\nFicha Técnica: Animação\, criação e trilha original: Bruno Rudolf / Duração: 3’30” \n“Anjo do Lar” (Mari Teixeira – Belo Horizonte/MG)\nApós\, finalmente ter um teto todo seu\, Virginia se depara com outras dificuldades para criar. “O que dizer?”\, “Como dizer?”\, “Eu sou capaz?” e outras inseguranças despertam anjo do lar para acompanhá-la em sua criação – uma batalha entre ela\, ela própria e o mundo por onde essas asas sobrevoam.\nFicha Técnica – Animação\, criação\, construção: Mari Teixeira / Orientação: Iasmim Marques / Trilha sonora: Camila Couto / Iluminação: Marina Arthuzzi / Duração: 3’30” \n“Gato Negro” (Gabriela Céspedes\, Gabriela clavo y canela – Mendonza/Argentina)\nEm um teatro antigo\, não há espetáculo hoje. E\, na solidão de seu camarim\, ela deixa tudo em ordem\, aguardando aquele momento de transição. Realidade ou sonho?\nFicha Técnica – Animação\, dramaturgia\, bonecos e cenografia: Gabriela Céspedes / Trilha Sonora: Emilio Juárez/ Pintura: Luis Melo / Direção: Leandro Maman  / Duração: 4’12” \n“La otra danza” (Omayra Martinez Garzón – Buenos Aires / Argentina)\nQuem sou eu? Uma pergunta que ressoa…uma viagem poética que o convida a sentir o batimento da espiral infinita que nos envolve.\nFicha Técnica – Animação\, dramaturgia\, direção\, programação de arduino\, projeção holográfica\, edição de sonoplastia e concenção de objetos: Omaya Martinez Garzón / Conceção de objetos (couching): José Mehrez / Figurino: Andrea Serrano / Coreografia exterior: Matias Corradino / Música: Sam Abadi / Duração: 4’ \n“Lágrimas” (Sofia Arenas Lissi\, Miniteatros – Santiago / Chile)\nMergulhe em um mundo oculto no interior da Terra e descubra Lágrimas\, uma história que nos convida a refletir sobre a maneira como temos habitado nosso planeta. As marcas dos danos são evidentes\, mas ainda é tarde para reverter essa situação?\nFicha Técnica: Animação\, direção\, dramaturgia\, concepção e design: Sofia Arenas Lissi / Trilha Sonora: Franco Peñaloza Soto / Iluminação: Franco Peñaloza Soto e Sofía Arenas Lissi / Duração: 4’30” \n“Somos humedal Ada’ oye’ nden” (Mayra Zabala\, Alquimia Títeres – Santa Fé/Argentina)\nUma guardiã da memória do povo Chaná (Ada’ oye’ nden) revela uma história que transcende o tempo: uma mãe e seu filho\, em Rosário (Argentina)\, testemunham as queimadas nas áreas úmidas do Delta do Paraná nos dias de hoje. É uma história que apresenta um mundo possível ou o que restaria dele.\nFicha Técnica – Animação: Maya Zabala / Dramaturgia\, direção\, cenografia\, sombras e desenhos: Pablo Aguiar /Trilha Sonora: Pablo Parente / Figurino: Elena Diaz e Edit Panero / Duração: 4’50” \n“Somos humedal 2055” (Pablo Aguiar\, Alquimia Títeres / Santa Fé / Argentina)\nEm Rosário (Argentina)\, um bombeiro\, de uma época em que os incêndios já não são mais combatidos – pois as chamas não deixaram nada para apagar nessas áreas – embarca em uma nova missão. É uma história que apresenta um mundo possível ou o que restaria dele.\nFicha Técnica – Animação\, dramaturgia\, direção\, cenografia\, sombras e desenhos: Pablo Aguiar / Trilha Sonora: Pablo Parente / Duração: 4’50” \n  \nA 3ª Bienal de Teatro Lambe-Lambe é uma produção da Trágica Cia de Arte\, com apoio da Associação de Teatro Lambe-Lambe\, da Associação Brasileira de Teatro de Bonecos – ABTB UNIMA Brasil\, e da Associação Paranaense de Teatros de Bonecos – APRTB\, em projeto aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura\, pela Hotmilk – Ecossistema de Inovação da PUC-PR\, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura\, do Ministério da Cultura. Mais informações por meio do e-mail bienallambelambe@gmail.com. Mais informações e novidades por meio das redes sociais oficiais\, pelo Facebook.com/bienal.lambe/ e Instagram @bienal.lambe.
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SUMMARY:Espetáculo Poros Abertos\, de 14 a 25/10 em Curitiba
DESCRIPTION:Poros Abertos\, da CiaSenhas de Teatro\, investiga relações entre acontecimentos políticos de 1964 e a sociedade brasileira atual. \nA nova criação da CiaSenhas de Teatro parte da pergunta sobre o que acontece quando uma sociedade deixa de observar as pistas que ela própria produz ao longo da história. O espetáculo acompanha três mulheres que se encontram em uma pequena cidade fictícia do Sul do Brasil\, em 1964\, na véspera de uma marcha política. \nRaika e Verona são imigrantes de uma comunidade alemã e administram uma loja. Inês\, uma forasteira contratada como costureira\, chega para atender ao aumento da demanda provocado pela viagem. A partir do encontro entre as três personagens\, a montagem investiga relações de poder\, memória e cumplicidades\, observando como questões políticas atravessam corpos\, relações e diferentes períodos. \nEm Poros Abertos\, as pistas deixadas pelas personagens não conduzem necessariamente a respostas\, mas ampliam as perguntas sobre o passado e suas permanências no presente. Elementos como plástico\, poluição\, água e resíduos também atravessam a narrativa como matérias que\, depois de lançadas no mundo\, permanecem. A montagem é uma criação da CiaSenhas\, coletivo de mulheres de teatro que atua desde 1999 com práticas colaborativas e trabalhos voltados às relações entre teatro\, sociedade e questões políticas e sociais contemporâneas. \nPoros Abertos será apresentado de 14 a 25 de outubro de 2026\, no Espaço Obragem\, localizado na Alameda Júlia da Costa\, 204\, em Curitiba. As sessões acontecem de quarta a sexta-feira\, às 20h\, e aos sábados e domingos\, às 17h e às 20h. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10\, com entrada gratuita às quartas-feiras. Aos sábados\, haverá tradução em Libras\, com entrada gratuita para a comunidade surda.
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SUMMARY:Curso gratuito em escrita de projetos em Paudalho
DESCRIPTION:Curso gratuito em escrita de projetos oferece formação sobre elaboração\, divulgação e captação de recursos para comunidades de terreiro. \nO projeto Economia Ancestral – Gestão Cultural Criativa para Territórios de Terreiro é voltado a mestres\, mestras\, griôs\, músicos\, artesãos e integrantes de manifestações afro-brasileiras. Também podem participar integrantes de comunidades de Candomblé\, Umbanda\, Jurema Sagrada\, Pontos e Pontões de Cultura e Patrimônios Vivos ligados às culturas de matriz africana. \nA formação aborda a elaboração e organização de projetos culturais\, estratégias de divulgação e caminhos para a busca de recursos por meio de editais. A proposta parte das experiências desenvolvidas nos próprios territórios\, que poderão ser transformadas em projetos\, planejamentos e estratégias de comunicação. Entre as possibilidades estão oportunidades relacionadas à PNAB\, ao Funcultura Pernambuco\, à Política Nacional Cultura Viva e a outros editais. \nA programação será dividida em quatro módulos\, com conteúdos sobre políticas culturais\, planejamento\, economia\, sustentabilidade\, comunicação e circulação cultural. Também haverá um laboratório para desenvolvimento das propostas dos participantes\, com expectativa de estruturar entre dez e quinze iniciativas. Ao final\, os trabalhos serão apresentados em formato de pitch. A formação terá 30 horas presenciais\, atividades práticas\, rodas de conversa e troca de experiências. \nAs inscrições para o Economia Ancestral – Gestão Cultural Criativa para Territórios de Terreiro acontecem de 15 a 30 de outubro\, pelo Instagram @baobacultural\, com 25 vagas gratuitas. As aulas estão previstas para os dias 7\, 8\, 14 e 15 de novembro\, aos sábados e domingos\, das 9h às 16h\, em dois terreiros de Paudalho\, na Mata Norte de Pernambuco. A alimentação será oferecida durante as atividades\, e o projeto prevê apoio para o deslocamento de até dez participantes de outros municípios da Mata Norte.
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