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SUMMARY:16ª edição da Bienal de Curitiba
DESCRIPTION:A Bienal de Curitiba reúne mais de 300 artistas de 38 países em exposições e instalações espalhadas pela cidade. \nCom o tema LIMIARES\, a 16ª edição da Bienal Internacional de Curitiba propõe reflexões sobre as transformações do mundo contemporâneo e os limites cada vez mais fluidos entre o humano e o tecnológico\, o natural e o artificial\, o físico e o digital. Consolidada como uma das principais plataformas de arte contemporânea da América Latina\, a mostra reúne artistas\, pesquisadores e curadores de diferentes partes do mundo em uma programação que inclui exposições\, performances\, videoarte\, instalações\, fotografia\, arte sonora e experiências em realidade aumentada. \nO principal núcleo expositivo está instalado no Museu Oscar Niemeyer (MON)\, espaço que mantém uma relação histórica com a Bienal. Entre os destaques desta edição está a exposição “Poéticas da Memória e da Matéria”\, protagonizada pela artista japonesa Chiharu Shiota\, reconhecida internacionalmente por suas instalações imersivas construídas com fios e objetos cotidianos. A artista apresenta obras inéditas criadas especialmente para Curitiba\, incluindo uma instalação de grande escala que utiliza cerca de 300 quilômetros de fios\, considerada a maior obra site-specific da artista já realizada na América do Sul. \nAlém do MON\, a Bienal ocupa diversos espaços culturais de Curitiba. A programação se estende por museus\, centros culturais e áreas urbanas\, incluindo intervenções em terminais de ônibus\, paradas de transporte coletivo e ações em realidade aumentada. A edição também conta com curadores convidados de diferentes países\, fortalecendo o intercâmbio internacional e a diversidade de linguagens artísticas presentes na mostra. \nA 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES abre ao público em 14 de junho de 2026 e segue até 15 de novembro de 2026. O principal núcleo expositivo está no Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes\, 999 – Centro Cívico\, Curitiba)\, com ingressos a R$ 36 (inteira) e R$ 18 (meia-entrada). A programação também acontece em espaços como o Museu Paranaense\, Museu da Imagem e do Som do Paraná\, Museu Alfredo Andersen\, Museu da Fotografia\, Museu da Gravura – Memorial de Curitiba\, Museu de Arte Indígena e Museu Municipal de Arte\, entre outros locais da capital paranaense.
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SUMMARY:Mostra Nise da Silveira\, A Revolução pelo Afeto\, na CAIXA Cultural Curitiba
DESCRIPTION:A mostra Nise da Silveira\, A Revolução pelo Afeto estreia em Curitiba no dia 7 de julho\, com entrada gratuita. \nA CAIXA Cultural Curitiba recebe\, a partir do dia 7 de julho\, a mostra Nise da Silveira\, A Revolução pelo Afeto\, exposição que apresenta a trajetória e o legado da médica responsável por transformar a forma de compreender e tratar pessoas com sofrimentos psíquicos no Brasil. Com mais de 150 obras e documentos\, a exposição reúne aspectos históricos\, científicos e artísticos da pesquisa desenvolvida por Nise da Silveira\, além de trabalhos produzidos por artistas do Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro em diálogo com nomes da arte moderna e contemporânea brasileira\, como Abraham Palatnik\, Lygia Clark\, Alice Brill\, Carlos Vergara\, Leandro Lima e Tiago Sant’Ana. \nEm circulação pelo país desde 2021\, a mostra já passou por diversas cidades e foi visitada por mais de 320 mil pessoas. A exposição propõe uma reflexão sobre a relação entre arte e saúde mental\, destacando a contribuição de Nise da Silveira para a psiquiatria humanizada e para a valorização da expressão artística como instrumento de cuidado. Seu trabalho também deu origem ao Museu de Imagens do Inconsciente\, que reúne mais de 400 mil obras produzidas por pacientes e constitui uma das mais importantes coleções do gênero no mundo. \nAlém da visitação\, a programação inclui atividades formativas gratuitas conduzidas pelo pesquisador Eurípedes Júnior\, que trabalhou diretamente com Nise da Silveira. Entre os destaques estão as oficinas Nise\, uma psiquiatra rebelde (8 de julho)\, Conhecendo o mundo interior (9 de julho) e Ontoecologia: saúde mental e sustentabilidade (10 de julho)\, além da exibição do documentário Emygdio de Barros\, um caminho para o infinito. As inscrições para as atividades são gratuitas\, possuem vagas limitadas e podem ser realizadas pelo site da CAIXA Cultural a partir de 25 de junho. \nA abertura da mostra acontece no dia 7 de julho\, às 19h\, com visita guiada da curadora Isabel Seixas e do pesquisador Eurípedes Júnior. A visitação ocorre de 8 de julho a 11 de outubro\, na CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo\, 280 – Centro)\, com entrada gratuita e classificação livre. O espaço funciona de terça-feira a sábado\, das 10h às 20h\, e aos domingos\, das 10h às 19h\, contando com acessibilidade para pessoas com deficiência. Mais informações e inscrições para as oficinas pelo site oficial CAIXA Cultural Curitiba ou pelo perfil oficial no Instagram da @caixaculturalcuritiba e @mostra_nise.
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SUMMARY:Poéticas da Memória e da Matéria no MON
DESCRIPTION:Poéticas da Memória e da Matéria reúne seis artistas brasileiros na Torre do MON\, em diálogo com a obra de Chiharu Shiota na Bienal de Curitiba. \nA exposição integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e ocupa os três pavimentos da Torre do Museu Oscar Niemeyer (MON). Com curadoria de Tereza de Arruda\, o percurso apresenta obras de André Azevedo\, Evandro Soares\, Iêda Jardim\, James Kudo\, Luiz Mauro e Marina Camargo\, propondo um diálogo com a instalação de Chiharu Shiota\, exibida no Olho. Em comum\, os artistas utilizam materiais como tecidos\, mapas\, couro\, bordados\, desenhos e objetos cotidianos para refletir sobre memória\, identidade\, ancestralidade e transformação. \nAo longo da visita\, cada pavimento apresenta diferentes abordagens sobre a relação entre matéria e experiência. Luiz Mauro parte de elementos da cultura popular brasileira para construir narrativas autobiográficas\, enquanto Marina Camargo transforma mapas em esculturas e pinturas que evocam deslocamentos e fluxos. André Azevedo aproxima memória analógica e cultura digital por meio de instalações com máquinas de escrever e de costura\, e James Kudo utiliza tecidos\, moldes e linhas para criar pinturas que exploram presença\, ausência e passagem do tempo. No último andar\, Evandro Soares expande o desenho para o espaço com estruturas metálicas e sombras\, enquanto Iêda Jardim encerra o percurso com uma instalação inédita que reúne tecidos\, porcelanas\, bordados e fotografias familiares em uma reflexão sobre continuidade e memória coletiva. \nAlém de estabelecer conexões com a produção de Chiharu Shiota\, Poéticas da Memória e da Matéria reforça a proposta da Bienal de Curitiba de aproximar diferentes linguagens e artistas contemporâneos. O conjunto das obras transforma materiais cotidianos em arquivos de experiências\, convidando o público a refletir sobre pertencimento\, deslocamento e as relações entre memória individual e coletiva. \nA exposição Poéticas da Memória e da Matéria permanece em cartaz até 15 de novembro de 2026\, na Torre do Museu Oscar Niemeyer (MON)\, localizada na Rua Marechal Hermes\, 999\, Centro Cívico\, em Curitiba. Os ingressos custam R$ 36 (inteira) e R$ 18 (meia-entrada)\, com entrada gratuita às quartas-feiras e no último domingo de cada mês.
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SUMMARY:7 Mulheres e um Mistério - O Musical estreia em São Paulo
DESCRIPTION:7 Mulheres e um Mistério – O Musical estreia em 31 de julho no 033 Rooftop do Teatro Santander\, com elenco feminino e trama de suspense. \nInspirado na peça 8 Femmes\, do autor francês Robert Thomas\, o espetáculo chega ao Brasil em formato de comédia musical\, com adaptação e canções originais de Anna Toledo. A direção é assinada por Ricardo Grasson e Heitor Garcia\, com direção musical de Thiago Gimenes. A montagem integra a programação comemorativa de 10 anos do Teatro Santander e marca a primeira adaptação brasileira da obra para o teatro musical. \nA trama acompanha sete mulheres reunidas em uma mansão durante a véspera de Natal\, quando um crime inesperado transforma o encontro em um jogo de suspeitas. Isoladas e sem contato com o exterior\, elas passam a investigar o ocorrido enquanto revelam segredos\, mentiras e conflitos pessoais. O elenco reúne nomes como Alessandra Maestrini\, Bruna Guerin\, Laura Castro\, Letícia Soares\, Malu Rodrigues\, Stella Miranda e Verónica Valentino. Além do suspense e do humor\, a adaptação amplia temas presentes no texto original\, como relações de poder\, papéis de gênero e questões sociais. \nO projeto é uma realização da Nosso Cultural\, com correalização da WB Produções. \nA temporada de 7 Mulheres e um Mistério – O Musical acontece de 31 de julho a 4 de outubro\, no Rooftop do Teatro Santander\, em São Paulo (Av. Pres. Juscelino Kubitschek\, 2041). As sessões ocorrem às sextas\, às 20h; sábados\, às 16h e 20h; e domingos\, às 15h e 19h. Os ingressos estão disponíveis online\, e a classificação indicativa é de 12 anos.
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LOCATION:Rooftop do Teatro Santander\, Av. Pres. Juscelino Kubitschek\, 2041\, São Paulo\, Brazil
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SUMMARY:Arte contemporânea chinesa na Bienal de Curitiba
DESCRIPTION:Arte contemporânea chinesa ganha destaque na 16ª Bienal de Curitiba com mostra no MON que reúne artistas de diferentes gerações. \nA exposição Na Terra: Fluxos do Devir — Memória\, Materiais e Nova Natureza integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e ocupa a Sala 3 do Museu Oscar Niemeyer (MON). Com curadoria de Xiao Ge e Windy Lv\, a mostra reúne importantes nomes da produção artística chinesa contemporânea para refletir sobre ecologia\, memória\, transformação e coexistência. Inserida no conceito curatorial LIMIARES\, a exposição amplia o diálogo entre Brasil e China\, parceria construída pela Bienal desde 2009 e fortalecida ao longo de quase duas décadas de intercâmbio cultural. \nOrganizada em três núcleos\, Raízes: Caos e Origem\, Rizomas: Natureza e Simbiose e Frutos: Civilização e Eco\, a exposição estabelece conexões entre conceitos da filosofia oriental\, como o Dao\, e referências presentes na cultura latino-americana\, como o rio e o rizoma\, utilizando essas imagens para discutir transformação\, convivência e sustentabilidade. O percurso reúne instalações\, esculturas\, fotografias\, vídeos\, obras em novas mídias e materiais tradicionais\, apresentando diferentes perspectivas sobre as relações entre humanidade\, natureza\, urbanização e identidade cultural. \nEntre os destaques estão artistas de reconhecimento internacional como Xu Bing\, conhecido por suas pesquisas sobre linguagem e sistemas culturais; Yin Xiuzhen\, que transforma objetos e materiais descartados em reflexões sobre memória e globalização; e Shen Yuan\, cuja produção aborda migração\, pertencimento e convivência intercultural. A mostra também apresenta obras de Xia Hang\, Tong Kunniao\, Qian Lihuai\, Yang Song\, Chen Fenwan\, Wu Guanzhen\, Chen Zhuo\, Lin Chenxi\, Xue Lei\, Che Jianquan\, A Duo\, Luo Xi\, Lu Hang\, Wu Qian\, Alex Long Yuan\, Geng Le e Kalman Pool\, revelando a diversidade da arte contemporânea chinesa por meio de diferentes linguagens e tecnologias. Para a curadoria\, a exposição reafirma o papel da arte como instrumento de aproximação entre culturas e de construção de novos diálogos em um cenário global marcado por constantes transformações. \nA exposição Na Terra: Fluxos do Devir — Memória\, Materiais e Nova Natureza permanece em cartaz até 15 de novembro de 2026\, na Sala 3 do Museu Oscar Niemeyer (MON)\, localizado na Rua Marechal Hermes\, 999\, Centro Cívico\, em Curitiba (PR). A visitação acontece de terça a domingo\, das 10h às 18h (com acesso até as 17h30). Os ingressos custam R$ 36 (inteira) e R$ 18 (meia-entrada)\, com entrada gratuita às quartas-feiras e no último domingo de cada mês.
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SUMMARY:Exposição Bichos do Paraná no Museu Alfredo Andersen
DESCRIPTION:Bichos do Paraná reúne esculturas de Rodrigo Bertoli inspiradas na fauna paranaense em mostra gratuita em Curitiba. \nA exposição Bichos do Paraná\, do ceramista Rodrigo Bertoli\, entra em cartaz no Museu Casa Alfredo Andersen como parte da programação paralela da 16ª Bienal de Curitiba. A mostra apresenta esculturas em cerâmica inspiradas em animais silvestres do estado\, algumas em tamanho real\, propondo um diálogo entre arte\, observação da natureza e educação ambiental. Com curadoria de Luiz Gustavo Vardânega Vidal Pinto e Ligiane Swab\, a exposição convida o público a conhecer mais de perto a diversidade da fauna paranaense por meio de obras que destacam movimentos\, texturas e características de cada espécie. \nEntre os animais representados estão o bugio-ruivo\, típico da Mata Atlântica\, a sucuri-amarela dos ambientes alagados e cardumes de sardinhas do litoral do Paraná\, além de outras espécies que compõem os diferentes ecossistemas do estado. As esculturas são modeladas manualmente e buscam reproduzir não apenas a aparência dos animais\, mas também seus gestos e comportamentos\, aproximando o visitante do universo da fauna local. O trabalho de Bertoli resulta da união entre sua formação em Zootecnia e sua trajetória nas artes\, retomada durante a pandemia após ingressar na Academia Alfredo Andersen e aprofundar seus estudos em cerâmica com os artistas Juliana Pimenta e Alan Max. \nAlém da visita à exposição\, o Museu Casa Alfredo Andersen oferece um programa de mediação cultural com visitas guiadas voltadas a diferentes públicos\, como estudantes\, turistas\, artistas\, idosos e grupos da primeira infância. Os encontros são adaptados às características de cada grupo e procuram ampliar a experiência dos visitantes\, relacionando as obras com temas ligados à preservação ambiental\, à biodiversidade e ao fazer artístico. As visitas mediadas acontecem de terça a sexta-feira\, mediante agendamento pelo e-mail educativomcaa@gmail.com. \nA exposição Bichos do Paraná inaugurou dia 1º de agosto e permanece em cartaz até setembro de 2026\, na Sala Ana de Oliveira\, do Museu Casa Alfredo Andersen\, localizado na Rua Mateus Leme\, 336\, Centro\, em Curitiba. A visitação acontece de terça a domingo\, das 9h30 às 17h\, com entrada gratuita. As visitas guiadas podem ser agendadas para os períodos das 9h às 11h e das 14h às 16h\, de terça a sexta-feira.
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SUMMARY:OFICINACULTURA promove oficinas gratuitas em Curitiba
DESCRIPTION:OFICINACULTURA oferece oficinas culturais gratuitas em Curitiba\, com atividades de dança\, teatro\, música\, circo\, cultura visual e Libras. \nCriado e idealizado pelo produtor cultural Marcio Juliano\, coordenador da Associação Brasileira Oficina de Cultura\, o projeto OFICINACULTURA promove atividades voltadas a crianças\, adolescentes\, jovens e adultos em diferentes regiões de Curitiba\, nas periferias e em sua sede central. A iniciativa é realizada em convênio com a Itaipu Binacional e reúne oficinas em quatro formatos: Itinerantes\, Continuadas\, Imersivas e Para Núcleos. Ao todo\, serão mais de 680 horas de atividades gratuitas entre julho de 2026 e junho de 2027\, com média de 15 participantes por turma. \nAs oficinas Itinerantes acontecem em bairros periféricos\, em espaços administrados pela Secretaria Municipal de Esporte\, Lazer e Juventude (SMELJ) e na ONG Passos da Criança. Já as atividades Continuadas são realizadas na sede central do projeto\, com módulos mensais. As Imersivas são destinadas a residências pontuais\, enquanto o formato Para Núcleos reúne jovens estudantes em um núcleo investigativo voltado à pesquisa e à prática de diferentes linguagens artísticas. Entre as primeiras atividades realizadas estão oficinas de Danças Urbanas\, com Rapha Fernandes\, e Corpos Lona no Ar\, com Marina Prado. \nA sede central do OFICINACULTURA será inaugurada em um casarão histórico no bairro São Francisco e funcionará como espaço de encontro para as diferentes atividades do projeto. A programação inclui oficinas como DJ’s – O Povo que Fala com as Mãos\, com o DJ Abu\, voltada para crianças; Arvorando\, com Priscilla Pontes\, dedicada a práticas afro-orientadas de estudo do corpo e do movimento; e Oficina de Lambe-Lambe\, com o artista visual Rimon Guimarães. O projeto também abriu uma convocatória para jovens a partir de 16 anos interessados em produção cultural e linguagens artísticas. Serão 15 selecionados para uma oficina de três meses\, com nove horas semanais\, certificação e ajuda de custo para passagem e alimentação. O primeiro ciclo será dedicado à pesquisa sobre a graça\, na oficina Engraçar\, coordenada por Marcio Juliano\, com direção artística de Carmen Jorge e colaboração de Nadja Naira\, Mila Jung\, Tuca Fanchin e Luís Rolim. \nA sede do OFICINACULTURA será inaugurada no dia 12 de agosto\, às 19h\, na Rua Mateus Leme\, 200\, esquina com a Rua Carlos Cavalcanti\, no bairro São Francisco\, em Curitiba. A convocatória para jovens a partir de 16 anos recebe inscrições até 17 de agosto. A oficina DJ’s – O Povo que Fala com as Mãos começa em 15 de agosto\, Arvorando tem início no dia 18 de agosto e a Oficina de Lambe-Lambe será realizada a partir de 23 de setembro. A programação completa pode ser acompanhada pelo Instagram @oficina.cultura.
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SUMMARY:Exposição Ciro Fernandes: o menino\, o olho e o pássaro
DESCRIPTION:Aos 84 anos\, o artista Ciro Fernandes retorna aos espaços expositivos de Curitiba\, depois de mais de quatro décadas\, com a exposição Ciro Fernandes: o menino\, o olho e o pássaro. A mostra reúne aproximadamente cem trabalhos impressos e matrizes de xilogravura\, permitindo ao público observar tanto as imagens produzidas pelo artista quanto as superfícies de madeira utilizadas em sua criação. \nCom curadoria de Iriana Vezzani\, a exposição percorre diferentes momentos da trajetória de Ciro\, construída ao longo de mais de seis décadas entre memória\, imaginação\, cultura popular e experimentação visual. Nascido em Uiraúna\, no sertão da Paraíba\, e radicado no Rio de Janeiro\, o artista desenvolveu uma linguagem própria a partir de figuras humanas\, pássaros\, animais e elementos do imaginário popular. Em sua produção\, essas referências aparecem como elementos de criação e não apenas como representação de uma tradição. \nA relação entre matriz e imagem também dialoga com o conceito de LIMIARES\, tema da 16ª Bienal Internacional de Curitiba. O pássaro\, recorrente na obra de Ciro\, estabelece relações entre terra e céu\, enquanto o olho representa a passagem entre aquilo que é visto e aquilo que é imaginado. Na xilogravura\, esse limite também aparece na relação entre madeira e papel\, matriz e reprodução\, gesto físico e imagem. A exposição inclui ainda matrizes que revelam as incisões\, escolhas e marcas deixadas pelo processo de criação. \nA trajetória do artista também ganhou novos caminhos com as redes sociais. Ciro Fernandes reúne mais de 200 mil seguidores no Instagram\, onde vídeos sobre seus processos de criação alcançam milhões de visualizações. A exposição também marca uma aproximação com o patrimônio artístico de Curitiba: em junho\, o artista realizou uma demonstração de xilogravura ao vivo e anunciou a doação de uma de suas obras ao Museu da Gravura Cidade de Curitiba. \nCiro Fernandes: o menino\, o olho e o pássaro está em cartaz no Salão Paranaguá\, no Museu da Gravura Cidade de Curitiba\, localizado no Memorial de Curitiba. A visitação acontece de terça a sexta-feira\, das 9h às 18h\, e aos sábados e domingos\, das 9h às 15h. A entrada é gratuita.
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SUMMARY:Exposição Me quedé mirando\, de Abraham Votroba
DESCRIPTION:Me quedé mirando\, de Abraham Votroba\, reúne fotografias\, palavras\, sombras e sobreposições em uma investigação sobre memória\, tempo e lembrança. \nCom curadoria de Guilherme Zawa\, a exposição apresenta uma produção em que a fotografia é utilizada para investigar aquilo que a memória conserva\, transforma ou deixa escapar. A partir de uma cartografia íntima\, o fotógrafo argentino Abraham Votroba reúne diferentes elementos e procedimentos para construir imagens relacionadas à experiência pessoal e à passagem do tempo. \nA dupla exposição é um dos recursos centrais da mostra. Dois tempos\, corpos ou feixes de luz ocupam simultaneamente uma mesma imagem\, criando sobreposições que também remetem à maneira como as lembranças são construídas. Nesse processo\, o passado não retorna de forma intacta\, mas se mistura ao presente e é continuamente transformado por ele. Fotografias desbotadas\, palavras suspensas em fios translúcidos e sombras projetadas ampliam as imagens para além do enquadramento fotográfico e fazem com que elas também ocupem o espaço expositivo. \nNascido em Misiones\, na Argentina\, em 1979\, e radicado em Buenos Aires\, Votroba é formado pela Escola Argentina de Fotografia. Sua produção é marcada por questões relacionadas à memória\, ao tempo e à experiência pessoal. O artista já apresentou seus trabalhos em instituições argentinas e internacionais e possui uma relação anterior com Curitiba\, onde expôs no Museu da Fotografia e apresentou o livro El velo del tiempo. \nMe quedé mirando\, de Abraham Votroba\, pode ser visitada no Museu da Fotografia Cidade de Curitiba / Memorial de Curitiba com entrada gratuita. A visitação acontece de terça a sexta-feira\, das 9h às 18h\, e aos sábados e domingos\, das 9h às 15h. O Memorial de Curitiba fica na Rua Dr. Claudino dos Santos\, 79\, no bairro São Francisco\, no Centro Histórico de Curitiba. \nA exposição integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba\, realizada pelo Ministério da Cultura\, Governo Federal – Do lado do povo brasileiro\, MON\, MAC Paraná e Paraná Festival – Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) – Governo do Paraná\, com apoio da Fundação Cultural de Curitiba (FCC) – Prefeitura de Curitiba.
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SUMMARY:Exposição Colagem Continuada na 16ª Bienal de Curitiba
DESCRIPTION:Colagem Continuada reúne 19 artistas na 16ª Bienal de Curitiba\, com obras que exploram a colagem como forma de pensamento e criação. \nA exposição integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES e reúne trabalhos de 19 artistas na Sala Adalice Araújo\, espaço da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) que integra as sedes do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC Paraná). Com curadoria de Jhon Voese e Mário de Alencar\, a mostra amplia a ideia de colagem para além de uma técnica\, aproximando imagens\, materiais\, referências\, histórias e diferentes gerações da produção contemporânea. \nOs trabalhos apresentados utilizam procedimentos variados\, com papel\, tecido\, fotografias\, pinturas\, imagens de publicações e outros materiais que são recortados\, deslocados\, sobrepostos e recombinados. Para os curadores\, a própria organização da exposição pode ser compreendida como um processo de colagem\, no qual diferentes obras e trajetórias passam a estabelecer novas relações ao ocupar um mesmo espaço. \nA exposição também parte da presença histórica da colagem na arte moderna e contemporânea\, recuperando procedimentos associados a artistas como Picasso\, Matisse\, Marcel Duchamp e Hannah Höch. A proposta relaciona essas referências a produções brasileiras e ao conceito de LIMIARES\, tema da atual edição da Bienal\, ao aproximar passado e presente\, matéria e imagem\, cotidiano e produção artística. Participam Alexandre Cruz Sesper\, Alysson Mazzochin\, Ana Camargo\, André Bergamin\, Annette Skarbek\, Arnaldo Baptista\, Bia Franzolin\, Bomju Coelho\, Castrenhos (Gabriel Castro)\, Dedé Ribeiro\, Emerson Persona\, Guilherme Lepca\, Joana de Lima\, Juan Pablo Mapeto\, Lucas Fier\, Marilene Ropelato\, Mário de Alencar\, Moira Lacowicz e Yara Osman. \nA exposição Colagem Continuada está em cartaz na Sala Adalice Araújo – Secretaria de Estado da Cultura / MAC Paraná\, na Rua Ébano Pereira\, 240\, Centro\, Curitiba. A visitação ocorre de segunda a sexta-feira\, das 8h às 12h e das 13h30 às 18h\, com entrada gratuita.
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SUMMARY:Exposição VESTIR O OLHAR II reúne arte e moda
DESCRIPTION:VESTIR O OLHAR II reúne oito artistas em exposição que aproxima artes visuais\, moda\, corpo\, matéria e memória no Pátio Batel. \nA exposição VESTIR O OLHAR II integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e propõe um encontro entre artes visuais e moda. Com curadoria de Ana Carolina Ralston\, a mostra reúne trabalhos de Guita Soifer\, Janet Vollebregt\, Jum Nakao\, Labô Young\, Nazareth Pacheco\, Nino Cais\, Nathalie Edenburg e Ronaldo Fraga. \nInstalações\, esculturas\, fotografias\, objetos\, roupas e outras experimentações ocupam o Átrio do Pátio Batel\, em uma abordagem que investiga relações entre corpo\, matéria\, identidade\, memória e adorno. A proposta também questiona os limites entre vestuário e obra de arte\, observando como objetos pensados para o corpo podem assumir outras funções e significados no campo das artes visuais. \nA exposição também presta homenagem à artista curitibana Efigênia Rolim\, conhecida como a “Rainha do Papel de Bala”. Sua produção utiliza papéis de bala\, embalagens e outros materiais descartados na criação de figurinos\, esculturas e objetos\, aproximando roupa\, performance e transformação da matéria. A programação da mostra inclui ainda conversas\, visitas e oficinas. Na abertura\, o talk Quem é e o que faz um Diretor Criativo? reúne Ronaldo Fraga e Rafael Chaouiche\, com mediação de Mariah Salomão Viana. \nVESTIR O OLHAR II abriu em 15 de setembro de 2026 e permanece em cartaz até 18 de outubro\, no Átrio do Pátio Batel\, localizado na Av. do Batel\, 1868\, Batel\, Curitiba.
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SUMMARY:PORTAL: fotografias de encontros que nunca aconteceram
DESCRIPTION:PORTAL: fotografias de encontros que nunca aconteceram reúne imagens de Simone Guimars na 16ª Bienal Internacional de Curitiba. \nA exposição individual PORTAL\, da fotógrafa e artista visual brasileiro-canadense Simone Guimars\, investiga a relação entre fotografia\, imagem e experiência mediada por telas. Em vez de registrar um encontro entre câmera e objeto que compartilham o mesmo espaço\, a artista parte de imagens visualizadas em telas\, transformando esse ambiente no lugar possível da fotografia. \nAs obras utilizam gestos e fragmentos extraídos de imagens em movimento\, com referências como Metrópolis (1927)\, os Jogos Olímpicos de 1936 e 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968). Esses elementos são transformados em novas fotografias\, estabelecendo relações entre imagens produzidas em diferentes momentos e contextos. \nA pesquisa também incorpora características da estética japonesa are-bure-boke\, marcada pelo uso de granulação\, movimento e desfoque. Ruídos\, interferências e distorções passam a integrar a composição\, em uma investigação que dialoga com a presença cada vez maior de celulares\, computadores e televisores na experiência cotidiana. A proposta parte de uma contradição: a fotografia registra algo concreto\, mas o encontro representado nunca aconteceu. \nPORTAL está em cartaz desde 13 de setembro de 2026\, na Galeria Phô\, espaço da APAP/PR\, em Curitiba\, como parte da programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba. A exposição integra o circuito da Bienal e permanece aberta ao público durante o período de visitação da mostra.
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SUMMARY:Exposição NEXUS: conexões entre gerações e linguagens
DESCRIPTION:NEXUS: conexões entre gerações e linguagens reúne artistas da APAP/PR em exposição no Palácio 29 de Março. \nA exposição NEXUS: conexões entre gerações e linguagens integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e reúne artistas associados à Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP/PR). Com curadoria de Marcelo Conrado e Sabine Feres\, a mostra ocupa o novo espaço expositivo do Palácio 29 de Março\, sede da Prefeitura de Curitiba. \nO título da exposição parte do significado de nexus\, palavra associada a conexão\, vínculo e ponto de encontro. A curadoria organiza os trabalhos em quatro núcleos — Matéria\, Corpo\, Paisagem e Abstração — aproximando diferentes gerações e linguagens a partir de afinidades poéticas\, sem estabelecer divisões rígidas entre técnicas e temas. \nEm Matéria\, pedra\, cerâmica\, metal\, vidro e concreto participam da construção das obras. Corpo reúne pesquisas relacionadas à presença\, memória\, subjetividade\, identidade e pertencimento. Paisagem amplia a ideia de território para incluir cidade\, memória e espaços vividos\, enquanto Abstração concentra trabalhos que exploram cor\, linha\, geometria e gesto\, incluindo obras situadas entre figuração e abstração. \nParticipam da exposição Alfi Vivern\, Ana Isis Ribas\, Anibal Andraus\, Ariane Labre\, Aurélio Peluso\, Blanca de la Paz\, Carla Ruschmann\, Carnade\, Cê Figueiredo\, Claudia Anacleto\, Cristina Beltrami\, Débora Ling\, Denise Raasch\, Elizabeth Sekulic\, Enzo Labre\, Ercy Arias Zendim\, Felipe Sekula\, Francisco Borges Laranjal\, Gianna Calderari\, Georgiana Vidal\, Giovana Correia\, Helenio\, Heloisa Vecchio\, Ilka Passos\, Jean Carlo Moro\, Joseli Bezerra\, Juliane Fuganti\, Julio Lof\, Jusbranco\, Katia Velo\, Krisgraf\, Leticia Melara\, Ligia Barros\, Lizete Zem\, Loiri Vecchio\, Lucia Biscaia\, Luiz Eduardo Hirata\, Luiz Gustavo Vidal (Vidal)\, Marcelo Le\, Marcia De Bernardo\, Maria Bado\, Maria Luiza Kozicki\, Marinice Costa\, Marli Thomaz\, Mônica C. Martins\, Moreira\, Noemia Fontanela\, Osmar Carboni\, Regina Oleski\, Rosangela Kusma Gasparin\, Waltraud Sekula e Wilson Isfer. Para os curadores\, a mostra funciona como uma “geopoética de aproximações”\, estabelecendo diferentes formas de relação entre os artistas e o mundo. \nNEXUS: conexões entre gerações e linguagens acontece no Palácio 29 de Março\, sede da Prefeitura de Curitiba\, localizado na Av. Cândido de Abreu\, 817\, Centro Cívico\, Curitiba.
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SUMMARY:HACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros
DESCRIPTION:HACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros leva pintura e memória histórica ao Museu do Expedicionário pela Bienal de Curitiba. \nA exposição HACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros encerra a sequência de novas aberturas da 16ª Bienal Internacional de Curitiba. Com curadoria do Coletivo Seme Ar\, de Ela Soares e Brugnera\, a mostra reúne pinturas que estabelecem uma relação entre arte contemporânea\, história e a memória dos brasileiros que integraram as forças expedicionárias. \nRealizada no Museu do Expedicionário\, a exposição insere essa discussão em um espaço dedicado à preservação da memória relacionada à participação brasileira em conflitos armados. A proposta aproxima a produção artística de um acervo e de um contexto histórico que ajudam a situar a experiência dos expedicionários e sua presença na memória coletiva. \nHACHICHO: Uma Homenagem aos Expedicionários Brasileiros integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba\, que segue com exposições e outras ações até 15 de novembro. A mostra permanece em cartaz até essa data\, ampliando o circuito do evento por diferentes espaços da cidade. \nA abertura acontece na sexta-feira\, 18 de setembro de 2026\, às 14h\, no Museu do Expedicionário\, localizado na Rua Comendador Macedo\, 655\, Curitiba.
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SUMMARY:Liturgia dos Escombros: Mostra de butô contemporâneo
DESCRIPTION:Liturgia dos Escombros: Evento promove oficinas e rodas de conversa sobre butō contemporâneo em Curitiba\, entre 18 e 22 de setembro. \nA mostra Liturgia dos Escombros apresenta uma programação de performances\, oficinas e atividades formativas em butō contemporâneo\, linguagem que investiga possibilidades de criação a partir do corpo\, da percepção e do movimento. A iniciativa é realizada por Poço e Pêndulo\, SOMOS e Cia KÀ. \nA programação formativa aborda diferentes perspectivas do butō\, incluindo conceitos como karada\, o corpo vazio\, MA\, o espaço-entre\, butō-fu\, ancestralidade\, percepção\, transformação\, filosofia e processos de criação. As atividades são conduzidas por artistas participantes da mostra e\, de modo geral\, são abertas a pessoas interessadas em experimentar a linguagem\, sem necessidade de experiência prévia. \nA agenda começa com a roda de conversa Apresentação curatorial da mostra e o que é butō?\, com Lucca\, Caio\, Bia\, Ale e Dani\, que propõe uma introdução às diferentes linhagens\, histórias e possibilidades do butō. Em seguida\, Saile Moura conduz a oficina Dança Butō – poéticas do corpo shintai em território brasileiro\, voltada ao treinamento físico e a processos de criação relacionados às narrativas pessoais e às expressividades do corpo. \nNa sequência\, Lucca Lírio ministra as oficinas Karada\, O corpo vazio e MA — O Espaço-Entre\, além da roda de conversa Butō: Origem e História. As atividades abordam\, respectivamente\, o esvaziamento do eu\, o espaço como elemento de criação e as origens e transformações do butō a partir das trajetórias de Tatsumi Hijikata\, Kazuo Ohno e Yoshito Ohno. \nAlém disso\, a Poço e Pêndulo\, SOMOS e Cia KÀ também apresentam nos dias 18 e 19 de setembro Somos Kà-Baret\, uma mostra de cine-butō e performances ao vivo que recupera os primórdios do Butō: seu encontro com o experimental\, o noturno\, o erótico e o marginal. Evocando o universo do Ankoku-Buto (dança das trevas) de Tatsumi Hijikata e suas experimentações audiovisuais\, das primeiras investigações do corpo através da câmera. Lembrando também dos cabarés\, bares e espaços noturnos onde muitos artistas da primeira geração do butō dançavam\, sobreviviam e experimentavam. \nA programação ocorre entre 18 e 22 de setembro no Espaço KÀ de Artes (R. Treze de Maio\, 506\, sala 3\, Centro)\, Espaço de Criação (R. Treze de Maio\, 1001\, São Francisco) e Casa Hoffmann (R. Dr. Claudino dos Santos\, 58\, São Francisco). Mais informações sobre a mostra em https://linktr.ee/somos.tanztheatre
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SUMMARY:NARA E ELIS - A VERDADE NÃO RIMA estreia em Curitiba
DESCRIPTION:NARA E ELIS – A VERDADE NÃO RIMA em curta temporada em Curitiba com releituras de canções ligadas às duas intérpretes\, Nara Leão e Elis Regina. \nO show NARA E ELIS – A VERDADE NÃO RIMA reúne jovens artistas da cena curitibana para uma leitura contemporânea de canções consagradas nas vozes de Nara Leão e Elis Regina. A proposta se distancia do formato de tributo e não busca reproduzir gestos\, vozes ou personagens das duas intérpretes\, mas apresentar novas interpretações para um repertório que continua relacionado a questões do presente. \nCom direção musical de Igor Loureiro e direção artística de Jussara Batista\, o espetáculo aborda temas como identidade\, amor\, memória\, desigualdade\, resistência\, ancestralidade e esperança. As cantoras Gi Castro e Cecília Carollo interpretam as músicas a partir de suas próprias referências\, enquanto Igor Loureiro (baixo elétrico)\, Murilo Veronezzi (guitarra) e Davi Corrêa (bateria) formam a banda. Os arranjos procuram preservar características das canções e\, ao mesmo tempo\, estabelecer uma relação com a sonoridade contemporânea. \nA dramaturgia de Alice Alegria\, a proposta audiovisual de Laura Arnhold\, a iluminação de Wagner Corrêa e o cenário e figurinos de Paulo Vinícius complementam a montagem. A combinação entre música e elementos cênicos busca ampliar as possibilidades de leitura do repertório e aproximar diferentes gerações de obras associadas à trajetória de Nara Leão e Elis Regina. \nNARA E ELIS – A VERDADE NÃO RIMA estreia em 18 de setembro de 2026\, às 20h\, no Miniguaíra\, em Curitiba. As apresentações seguem até 27 de setembro\, às sextas e sábados\, às 20h\, e aos domingos\, às 19h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) e estão disponíveis pela plataforma de vendas online. 
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