A Bienal de Quadrinhos de Curitiba e o recorde de lançamentos autorais na cidade

Quadrinhos em Curitiba é uma pesquisa de Fulvio Pacheco. Em 2016 aconteceu a Bienal de Quadrinhos de Curitiba.

Entre todos os eventos ocorridos em 2016, o maior destaque foi a Bienal de Quadrinhos de Curitiba que aconteceu no Portão Cultural e Gibiteca, com festas no Quintal do Monge e Jokers. A Bienal que privilegiou a programação voltada aos temas sociais com questões de inclusão, gênero, racial e privilegiou o quadrinho autoral contando com a presença de artistas consagrados como Laerte, Benício e Marcatti. Nos quatro dias de evento a Bienal de Quadrinhos recebeu cerca de 27.000 visitantes.

No ano de 2016 outro recorde foi batido. Nunca antes tantas revistas foram lançadas na cidade. Foram 55 revistas em quadrinhos publicadas: Senhor dos Porcos, Navio Negreiro, Relatos Azuis, Mama, Chacina, Clássicos Revisitados #4, Maldita Karen, Morte Branca, Relinkarium, Nada Complicado!, Batsuman – Crise Nessas Terra Tudo, A Samurai – Yorimichi, Onírica, Deuses do Metal, Tira Com A Minha Cara, O Morto Agradecido e Não Desista, Décio – Crise, Entre Parênteses, Wish You Were Here, Berroforte, Lis, Dois Lados, Full Plate Gloov, Rocksling, Tome Isto! Volume 1, Alienação, South – Fi, Junkyard, Tinta Fresca, Zed – Estudos Musicais, Coisas de Adornar Paredes, O Uivo Da Górgona, As Aventuras Perdidas do Capitão Gralha, Crônicas do Calaveira Coma, O Tortuoso Caso de Fire Shadow, Thorvander I e II, Armas Vivas e Extragenes II, Se Meu Cão Falasse Tudo Seria Poesia, Cuca e Racha, Undeadman #3 entre outros.

As Aventuras Perdidas do Capitão Gralha

A Gibiteca reuniu 40 destas publicações, em um único lançamento coletivo em outubro. Mas as publicações, lançadas em eventos individuais ao longo de 2016 na Gibiteca, também estavam disponíveis.

O Senhor dos Porcos, de Adriano Loyola

E para fechar 2016 com chave de ouro os quadrinhos locais foram reconhecidos nacionalmente, pois quatro projetos venceram diferentes categorias da 28ª edição do HQMIX, considerado o Oscar dos quadrinhos no Brasil, faturando os  troféus: Rogério Coelho  como o melhor desenhista nacional, Will Leite como a Melhor Publicação de Tiras, Cena HQ de José Aguiar como a Melhor Adaptação de Quadrinhos para outra Linguagem e O Gralha – Artbook  como a melhor publicação Independente de grupo. Evidenciando assim que o ano de 2016, correspondeu ao início do período mais efervescente da história da Gibiteca e da produção local de quadrinhos.

Você pode continuar lendo a pesquisa de Fulvio Pacheco sobre a história dos Quadrinhos em Curitiba aqui no NA-NU

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